segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Homenagem dos alunos do 2o período do curso de Gestão de RH da FASES

Homenagem que recebi dos acadêmicos do 2o. período do curso de Gestão de RH

11dezembro2017 - Hoje à noite recebi uma linda homenagem dos estudantes do curso de Gestão de RH da Faculdade Shalom, quando da revelação do "amigo oculto" da sala, que faço questão de transcreve-la:

“Professor

É com grande pesar que escrevemos esta mensagem ao senhor, em nome da nossa sala. Posso afirmar que sentiremos muita falta das suas aulas, pois seu jeito de ensinar é único e torna a experiência de aprendizagem algo inomiável. Levaremos tudo isso não só para a área cacadêmica, mas também para nossas vidas.
Agradecemos por todo esforço, paciência e empenho em nos ajudar a sermos alunos eficientes, profissionais eficazes r com certeza, pessoas mais efetivas. Somente alguém com amor no que faz, pode fezer isso por outras pessoas e nisso agradecemos a Deus pela oportunidade de aprender com um mestre tão ilustre como o senhor!

Temos absoluta convicção que essa Faculdade não será a mesma sem o nosso melhor professor.
E com certeza, você não sairá dos nossos corações e memória.
Obrigado por tudo e que Deus possa iluminar cada dia mais, sua família e a sua caminhada.
São dos mais sinceros sentimentos da sua turma do 2o. período de Gestão de Recursos Humanos e 10a. turma do curso de Gestão de RH da Faculdade Shalom”.

Não é fácil encontrar palavras para agradecer tamanha generosidade, mas atrevo-me a fazer minhas, as palavras de Eduardo Galeano:
"Para você se levantar, tem que saber cair. 
Para você ganhar, tem que saber perder e temos que saber que é assim a vida. 
Que você cai e se levanta muitas vezes. Alguns caem e não se levantam nunca mais, geralmente são os mais sensíveis.
O exercício da solidariedade, quando se pratica de verdade no dia a dia é também um exercício de humildade, que te ensina a se reconhecer no outro e a reconhecer a grandeza escondida nas coisas pequeninas.
Um mundo que confunde grandeza com coisa grandona. Devemos ter um dos nossos olhos no microscópio e o outro no telescópio. Ser capaz de olhar o que não se vê, mas que merece ser observado, as pequeninas, as minúsculas coisas de gente anônima, que os intelectuais costumam desprezar. Esse micro mundo onde acredito piamente que se alimenta de verdade. Ser capaz de observar o universo através do buraco da fechadura, ou seja, a partir das pequenas coisas ser capaz de enxergar as grandes. Não só os grandes mistérios da vida, o mistério da dor humana, mas também o mistério da persistência humana, nesta nossa mania, às vezes inexplicável de lutar por um mundo que seja a casa de todos e não a casa de poucos e o sofrimento da maioria.

A capacidade da beleza, a capacidade da formosura, da gente mais simples, às vezes da gente mais singela, que tem um enorme capacidade de formosura, que se manifesta em uma conversa qualquer.
Tenho para mim que o mundo não é apenas feito de átomos, como nos ensinaram, mas sim feito de histórias, porque só as histórias que a gente conta, que a gente escuta, recria e se multiplica. As histórias são as que permitem transformar o passado em presente e que também permite transformar o distante em próximo, possível e visível.
O mundo é isso: um mundo de gente, um mar de fogos.
Não existem dois fogos iguais. Cada pessoa brilha com luz própria.
Existe gente de fogo sereno, que nem fica sabendo do vento e existe gente de fogo louco, que enche o ar de faíscas. Alguns fogos são bobos, não iluminam e nem queimam. Mas outros ardem a vida com tanta vontade, que não se pode olha-los sem pestanejar e quem se aproxima se incendeia.

Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.

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