sexta-feira, 18 de setembro de 2020
O piloto herói
quinta-feira, 17 de setembro de 2020
Minha pátria é a Língua Portuguesa
Ao se produzir um texto escrito é preciso ter alguns cuidados com o uso dos termos, organização dos períodos, entre outros elementos para que a mensagem não sofra problemas de transmissões.
Vamos aos exemplos:
“Mas / Mais / Más”
Em relação ao, “mas” tem-se uma conjunção adversativa que corresponde às expressões: porém, contudo, entretanto, no entanto e todavia. Fazendo uso adequadamente desse termo com a ideia de ressaltar uma adversidade, é possível observar o exemplo: “João estudou, mas não obteve êxito na prova”.
Sobre o uso do pronome ou advérbio de intensidade “mais”, este se opõe a menos, constituindo uma ideia de quantidade, aumento, grandeza. Como exemplo temos: Felipe escolheu o sapato mais caro da loja”.
“Já o “más” configura o plural do adjetivo “má” e expressa a ideia contrária de boa. Por exemplo: Irmã Dulce foi uma boa religiosa”. Na história infantil, Branca de Neve tinha uma “madrasta má”.
“Mau / Mal”
As duas expressões são corretas, no entanto, apresentam significados distintos. Em sentido geral compreende-se que “Mau é o contrário de bom” e “Mal é o contrário de bem”. Gramaticalmente “Mau” é um adjetivo e “Mal” pode vir a ser classificado como advérbio, uma conjunção ou um substantivo, dependendo do contexto em que esteja empregado.
“Por que / Por quê / Porque / Porquê”
É preciso ter cuidado com o uso dos porquês. Quando separado “Por que” se aplica em casos de perguntas como: “Por que não haverá aula amanhã?”. Nesse caso, a regra gramatical acentua que a expressão separada e sem acento é utilizada no início de frases interrogativas. Já as respostas às indagações são dadas com o “porque” junto e sem acento, classificado como uma conjunção subordinada causal ou coordenada explicativa.
Continuando nos “porquês” a gramática classifica da forma como se encontra escrita (junto e com acento) como um substantivo, expressando o sentido de motivo ou razão sendo correto em frases como: “os porquês das coisas são as minhas constantes indagações”. A quarta maneira do uso é “por quê” (separado e com acento circunflexo), uso feito no final de frases interrogativas diretas.
Muitos outros casos de uso de termos não adequados podem vir a configurar como elemento presente no interior das produções textuais. “O receptor irá receber a mensagem de forma difusa e não compreensível, uma vez que as falhas, por menor que possam ser classificadas, distorcem ideias, favorecem incoerências e, por esse ângulo acarretam quebra de sentido.
terça-feira, 25 de agosto de 2020
O que é a Energia?
Energias renováveis
Tudo o que acontece á nossa volta é provocado pela energia. É a energia que faz com que tudo e todos funcionemos, a palavra energia vem do grego e significa que contém trabalho, pode-se dizer que é a capacidade de produzir trabalho, que ela está sempre associada ao conceito de matéria, ao conceito de movimento. Segundo William Blake, a energia é um prazer eterno, e que os alimentos são energia. Existe uma quantidade fixa de energia no universo, mas só podemos utilizar parte dela.
Toda a nossa energia provém direta ou indiretamente do sol. A energia total do universo é sempre a mesma, isto é, não se pode criar nem destruir energia, apenas transformá-la.
Estando a energia sempre associada á matéria, e a matéria forma os corpos, podemos dizer que nesses corpos há energia, e ao conjunto corpo/energia chamamos Sistema Energético.
Nos Sistemas Energéticos podemos classificar em dois tipos as formas de energia neles contidas, são elas:
1. A Energia Cinética, que está associada aos corpos em movimento e pode manifestar-se de várias formas. São exemplos: a energia elétrica (elétrons em movimento), energia eólica (ar em movimento), energia hidráulica (água em movimento), energia luminosa (prótons em movimento).2. A Energia Potencial, provém do fato de ser uma forma de energia que se encontra em estado latente ou em potência e em condições de ser usada quando o homem muito bem entender. Pode manifestar-se de várias formas: energia dos combustíveis, energia dos alimentos e a energia potencial gravítica.
Fontes Energéticas
No começar dos tempos, desde o habitante das cavernas até ao técnico de hoje, o homem deu três grandes passos em frente. Primeiro, aprendeu a fazer ferramentas, o que lhe permitiu levar a cabo tarefas que não poderia ter realizado com as mãos. Em seguida, aprendeu a cultivar e a receber da terra a sua própria alimentação, aprendeu a armazená-la para uso futuro, de modo que passou a ter tempo para se dedicar a outras atividades. Em terceiro lugar, e talvez a mais importante, descobriu o modo de poupar os próprios músculos fazendo uso de outras fontes de energia. Assim obteve mais trabalho e menos esforço próprio.
Até agora todas as formas de energia exploradas pelo homem derivam direta ou indiretamente do sol. A terra recebe continuamente energia do sol. Os raios solares podem fundir glaciares; o vento e a água podem escavar grandes cavernas na terra; as ondas batem e desgastam a costa, etc. A energia é de tal modo a chave da técnica moderna que hoje medimos o desenvolvimento técnico das nações pela energia consumida anualmente.
Mas no entanto, existem dois tipos de fontes de energia, são elas:
As renováveis, que por mais que o homem as utilize, não se gastam. Como a energia solar, hidráulica e eólica.
A não-renováveis, que em qualquer momento se podem acabar. Como o petróleo, o gás natural, o carvão, o urânio e a matéria-prima nuclear.
O Vento e o Sol
Há cerca de 5000 anos os egípcios fizeram as primeiras velas e desde então quase todos os transportes marítimos dependiam da força direta do vento: os barcos apenas podiam navegar a favor do vento. Em terra, a invenção do moinho de vento, foi uma nova forma de transformar o vento em energia.
Existe também uma outra fonte de energia que começa hoje a ser mais utilizada: a dos raios solares. Em áreas onde o sol brilha com mais regularidade, a luz solar pode ser captada e refletida por espelhos côncavos de forma que o seu calor concentrado se possa utilizar.
Energias não-renováveis
O carvão, o petróleo e o gás natural constituem recursos não-renováveis, designando-se combustíveis fósseis, e estes combustíveis fósseis levam milhões de anos para se formarem e não podem ser produzidos de um dia para o outro. Estas fontes de energia são finitas e esgotam-se. Este tipo de recursos é relativamente reduzido no nosso país.
As jazidas de carvão de que dispomos são de pequena importância e de fraca qualidade. Quanto ao petróleo e ao gás natural, o país não dispõe, até ao momento de qualquer tipo destes recursos. Assim não podemos estranhar a nossa total dependência externa em relação a estas duas energias. Relativamente ao gás natural, Portugal também não dispõe de recursos próprios, mas nos últimos anos apostou-se na introdução desta energia no nosso país. O gás natural trata-se de um combustível de fácil transporte, limpo e muito competitivo, permitindo a diversificação das fontes de energia. A sua utilização reduzirá a emissão de substâncias poluidoras.
Energia que futuro?
As reservas de combustível esgotar-se-ão um dia, se a crescente procura de energia se acentuar. O petróleo pode até durar 45 anos mas quando passarem esses 45 anos ?
Dizem que o homem não gasta á toa as fontes de energia, mas sim apenas o necessário, mas outros fatores vêm contribuir para a crise energética que se fará sentir, tais como o esgotamento acentuado das reservas de energia devido ao constante crescimento da população, os gastos excessivos de energia devido ao surgimento de numerosas industrias e também o enorme desperdício de energia por parte do homem.
Estão em curso muitas experiências no sentido de melhorar a produção de energia e procurar mais fontes energéticas, mais económicas.
Perspectivas do Consumo de Energia
O consumo de energia de um país está relacionado até certo ponto, ao seu grau de desenvolvimento. Países pobres ou em desenvolvimento, consomem pouca energia e, segundo alguns estudiosos do assunto, para melhorar o nível de vida da população seria necessário aumentar esse consumo. Por outro lado, alguns países considerados desenvolvidos consomem muito mais que outros também desenvolvidos, sugerindo que há desperdícios.
A sociedade atual, com seu modo de vida, acostumada a mecanização intensa e parte dela, ao excesso de conforto, não se dá conta do consumo de energia excessivo necessário para manter suas exigências.
É necessário que se pesquisem novas fontes de energia, pouco dispendiosas, pouco poluentes e mais eficientes. É necessário também que as pessoas se conscientizem da gravidade dos problemas e que contribuam de alguma forma na solução desses problemas.
Assim, cada um de nós pode dar sua contribuição, por exemplo, questionando e mudando alguns de seus próprios hábitos diários: tomando atitudes simples, como não deixar lâmpadas acesas desnecessariamente, tomar um banho mais rápido, usar menos o carro e mais o transporte coletivo, e mesmo ir a pé a lugares próximos, ter o carro sempre regulado, reciclar materiais, comprar aparelhos eletrodomésticos que consomem menos energia etc. Ainda, como cidadãos, membros de uma sociedade, devemos refletir também sobre as políticas energéticas de nosso país, as leis de proteção ambiental, os recursos gastos em pesquisas sobre fontes de energia alternativas etc.
Para resumir, pode-se dizer que possíveis soluções para o problema energético dependem de, pelo menos, três fatores:
A conscientização das necessidades reais de energia;
O desenvolvimento de técnicas e equipamentos de menor consumo;
E o uso de fontes de energia renovável eficientes e não poluentes.
As transformações químicas exerceram e podem exercer ainda papel fundamental nesse cenário. Espera-se que novas pesquisas e novos hábitos resultem em um fornecimento sustentado de energia para que o nosso planeta continue sendo um lugar agradável de se viver.
Fonte: www.livescience.com/www.api.org/www.estig.ipbeja.pt
domingo, 16 de agosto de 2020
Universidade de Stanford
sexta-feira, 14 de agosto de 2020
Enem Seriado: entenda a nova forma de ingresso no Ensino Superior.
Estudantes poderão optar por fazer o Enem em cada série do ensino médio e usar as notas para ingressar na faculdade depois de fazer as três provas.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou nesta quarta-feira, 6 de maio, que a partir de 2021 o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá uma versão seriada. A prova tradicional não deixará de existir.
Os estudantes poderão optar por usar a prova do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), em cada ano do ensino, em vez de fazer o Enem. Ao concluir o ensino médio, a pontuação obtida por meio das três provas poderá ser utilizada para ingresso na universidade.
Entenda como funcionam os vestibulares seriados
Em 2021, o Enem Seriado contemplará o conteúdo do primeiro ano do ensino médio. No ano seguinte, da primeira e segunda séries, e, em 2023, das três etapas do ensino médio. Os estudantes que fizerem a prova da 1ª série do ensino médio em 2021 poderão concorrer a vagas no ensino superior em 2023, quando fizerem a última prova.
Novo Ensino Médio
A edição de 2021 do Enem seriado deverá ser a primeira com a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), cujo conteúdo foi definido após a Reforma do Ensino Médio. No novo ensino médio, a BNCC corresponde a 60% das matérias estudadas em sala de aula, e o restante é reservado para uma das áreas específicas, também chamadas de itinerários formativos.
O Enem 2021 tradicional não sofrerá mudança em relação à Matriz de Referência, pois a maioria dos colégios só implementarão o novo ensino médio a partir do ano que vem. Segundo o presidente do Inep, Alexandre Lopes, a expectativa é reformular o Enem em 2023.
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
Dicas para escrever bem.
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Ferramentas úteis no teclado do computador
Ferramentas úteis para quem trabalha no computador.
segunda-feira, 27 de julho de 2020
Três histórias e muitas outras
BUSCA PERSONALIZADA







