Recentemente, a renomada revista Time divulgou um ranking com os 25 livros de gestão de negócios mais influentes. A revista afirma que a maioria dos livros lançados sobre management são facilmente esquecidos pelos gestores que os lêem, pois seu conteúdo não é marcante e muito menos inovador. Por isso, resolveram criar este ranking com os 25 livros que mudaram a forma como pensamos a gestão. Lista que você confere abaixo (com texto traduzido por Gabriel Teixeira), veja:
1 – The Age of Unreason (1989), de Charles Handy (A Era da Irracionalidade)
Este livro teve poderosa influência no que, depois viria a ser chamado, de pensar os negócios “fora da caixa” (fora dos padrões). Handy, então professor visitante na Escola de Negócios de Londres, descreveu as dramáticas mudanças sociais que ocorriam no cotidiano e no ambiente de trabalho. As novas tecnologias e o decréscimo nas posições da carga horária integral (ou total), além de outras transformações, requeriam o abandono das regras estabelecidas e tentativas com novas maneiras de trabalho, embasado em outras regras. O livro de Handy só ganhou notoriedade, após o crescimento da Internet, da comunicação onipresente e da explosão da mídia social; que provaram que sua obra foi de uma previsão incrível.
2 – Built to Last: Successful Habits of Visionary Companies (1994), de Jim Collins and Jerry Porras (Feitas para durar – Práticas bem sucedidas de empresas visionárias)
Este livro analisa 18 companhias “visionárias”, na tentativa de desvendar como se tornaram gigantes bem-sucedidas, como: Disney, 3M e Sony. Professor de Administração na Faculdade de Stanford, Jerry Porras, e o autor de Good to Great, Jim Collins, acreditavam que, ao contrário da crença popular, as companhias que não deixam espaço para competidores, não são dirigidas por líderes “sexy” ou com foco obsessivo. Ao contrário, o que elas tem em comum é a forte cultura corporativa. Em outras palavras, “contrate gente brilhante e deixe-os crescer”. Parece senso-comum, mas, no final da década de 90, o livro levou muitas sobrancelhas a se levantarem.
3 – Competing for the Future (1996), de Gary Hamel and C.K. Prahalad (Competindo pelo futuro)
Afirmando que o livro “dá as ferramentas e os conceitos que os dotados de espírito revolucionário precisam para desafiar os protetores do passado”, Hamel e Prahalad argumentaram em favor de uma visão mais ampla da estratégia administrativa – uma redefinição que até então se consolidou em uma verdade. Eles mostraram que o planejamento estratégico deve ocorrer todo o tempo, e não apenas durante as discretas “quebras” nos negócios de uma companhia. Este planejamento deve ser emocional, significativo e com propósitos, não apenas analítico; e deve ser norteado por toda a organização, não só por estrategistas e consultores. Dentre os ensinamentos-chave, encontra-se que os executivos devem nortear ativamente a “competência principal” de suas companhias, para antecipar – não meramente adaptá-las – às mudanças industriais.
4 – Competitive Strategy: Techniques for Analyzing Industries and Competitors (1980), de Michael E. Porter (Estratégia Competitiva – Técnicas para Análise de Indústrias e da Concorrência)
Durante três décadas, Competitive Strategy de Michael Porter, tem sido o ponto de partida para gestores que desejam maximizar a lucratividade no competitivo mercado de trabalho. As “cinco forças competitivas básicas” do professor da Escola de Administração de Harvard, as quais condensaram e simplificaram a complexidade da competição industrial, são tão relevantes hoje quanto eram em 1980. Com ferramentas passo-a-passo para ajudar os gestores a selecionar novas indústrias para o ingresso, previsão de como indústrias evoluem, e reconhecimento de “sinais de Mercado” (market signals) dos competidores, Porter quebra os três fatores genéricos de competição – custo, diferenciação e foco – que são vitais no auxílio aos gestores na condução da indústria e análise do competidor.
5 – Emotional Intelligence (1995), de Daniel Goleman (Inteligência emocional)
Que fatores estão em jogo, pergunta o autor, “quando pessoas de alto QI ‘tropeçam’ e aqueles de QI modesto surpreendem?”. Tais qualidades, como auto-controle, persistência e motivação, são conhecidas como inteligência emocional ( EQ, no inglês original). Sem elas, diz Goleman, carreiras seriam desnecessariamente jogadas no lixo. Entretanto, há esperança: “Temperamento não é destino”, diz ele. O autor explica como um elevado EQ pode ser desenvolvido através de educação psicológica. As convincentes idéias que o autor introduz, desde então se tornaram um meio de avaliar, nortear e nutrir o comportamento de um empregado, e/ou as competências de gestão.
6 – The E-Myth Revisited: Why Most Small Business Don’t Work and What to Do about It (1985), de Michael E. Gerber (O mito do empreendedor)
O guia de administração de pequenas empresas de Gerber é frequentemente chamado de um “sucesso underground”, mas seus apaixonados seguidores (leitores) têm crescido bem além da definição usual de “cult”. O “E-Myth”, ou mito empreendedor (entrepreneurial myth), do título refere-se à comum – e normalmente desastrosa – concepção de que uma pessoa que excede expectativas no trabalho técnico ou operacional de um empreendimento, irá naturalmente obter sucesso gerindo tal empreendimento. Gerber desfaz o mito mostrando que, além de ser um técnico, um empreendedor bem-sucedido deve ser um gestor eficiente (lucratividade da companhia) e um empresário (que seja visionário, tendo boa visão do futuro da companhia).
7 – The Essential Drucker (2001), de Peter Drucker (O Essencial de Drucker)
Em uma carreira que se estendeu aproximadamente 60 anos antes de morrer em 2005 com 95 anos, Peter Drucker sozinho inventou o campo da teoria de gestão. Na maior parte da metade final do século 20, ele foi o CEO superstar, algo como um guru, aconselhando todos, desde Alfred Sloan a Andy Grove. E não um guru do jeito esquisito, inspirador, embromador como se vê hoje em dia. Drucker não tinha tempo para discutir inutilidades, e seus “insights” eram distintos por serem cristalinos ainda que profundamente “do contra”– e, frequentemente, uma geração à frente de seu tempo (seus pensamentos). Um exemplo: Ele falava sobre o crescimento e importância dos “trabalhadores com conhecimento” nos anos 70, sendo que a frase só se tornou ‘moda’ duas décadas depois. Com 30 livros para se escolher, o melhor começo, provavelmente é The Essential Drucker, uma potente coleção de 26 lições, selecionada pelo próprio Drucker em 2001, como uma compreensiva representação da obra de sua vida.
8 – The Fifth Discipline: The Art and Practice of the Learning Organization (1990), de Peter Senge (A quinta disciplina)
Muitos manuais de gestão são feitos em torno de estudos de caso e análise de dados. Mas a epifania que resultou neste livro, veio a Peter Senge em uma manhã, enquanto meditava. Senge, que fundou o Centro para Aprendizado Organizacional na Escola Sloan de Administração (MIT), desenvolveu cinco disciplinas essenciais de uma verdadeira “organização de aprendizado”, a qual continuamente melhora (e permanece competitiva), através do auxílio no ensinamento aos seus membros. As quatro primeiras disciplinas focam no desenvolvimento do foco individual, na construção de uma visão dividida, e na comunicação como um time. Mas o coração do livro é a quinta disciplina, chamada “systems thinking”, que envolve análise do complexo sistema de relações da companhia e a remoção de obstáculos para o real aprendizado.
9 – First, Break All the Rules (1999), de Marcus Buckingham e Curt Coffman (Primeiro quebre todas as regras)
First, Break All the Rules encoraja os gestores a personalizar e fugir das tradicionais, “one-size-fits-all” (tamanho único que veste a todos) técnicas de liderança. Consultores da Gallup (empresa de consultoria), Buckingham e Coffman coletaram respostas de mais de 80.000 entrevistas para determinar que os melhores gestores são os “revolucionários”, que colocam as pessoas certas nos lugares certos – e as deixam para fazer seu melhor. Dentre outros “ensinamentos” da obra estão: Tratar empregados individualmente, implantar resultados específicos (mas não no processo, nos processos gerais e padrões de qualquer companhia) e focar nos pontos fortes dos empregados, ao invés de expor suas fraquezas.
10 – The Goal (1984), de Eliyahu Goldratt (A Meta)
“The Goal” é pouco usual entre os livros de gestão de negócios por pelo menos duas razões. Primeiro, Goldratt não era um titã da indústria, um professor de gestão, ou mesmo um consultor, mas sim, um físico. Segundo, The Goal é um romance. Centralizado no gestor de produção Alex Rogo que tem três meses para mudar uma deficiente e não lucrativa planta industrial. “The Goal” explica a “Teoria das Restrições” (“Theory of Constraints”), a qual, entre outros pontos, incorpora a expressão “Uma corrente é tão forte quanto seu elo mais fraco”; e foca nos gargalos, os grandes entraves à produtividade. Rogo usa o método Socrático para consertar seu casamento, e depois aplica-o à sua “equipe” da planta (sua tripulação), vindo com dicas para resolver os problemas da planta. Então, será que Rogo cumpriu seu objetivo? Você terá que ler para descobrir.
11 – Good to Great: Why Some Companies Make the Leap … and Others Don’t (2001), de Jim Collins (Empresas Feitas para Vencer)
Como uma companhia classificada como “mais ou menos sucedida” passa à sustentar lucros por longos períodos? Essa é a questão central do livro de Jim Collins, uma análise profunda que começa com todas as 1.400 companhias da revista Fortune 500 desde 1965, e aponta a lista para 11 companhias que mantiveram excelência pelo tempo – muito por terem sido contra a “sabedoria industrial” comum, ou o padrão desta. Companhias como Fannie Mae, Gillette, tem o que Collins descobriu ser as sete características que contribuíram para seu sucesso, incluindo a cultura da disciplina, encontrar os empregados certos e o aproveitamento da tecnologia das maneiras mais eficientes possíveis.
12 – Guerilla Marketing (1984), de Jay Conrad Levinson (Marketing de Guerrilha)
Do mesmo jeito que a guerrilha alterou o modo como as pessoas pensavam sobre guerra e conflito, a concepção do “marketing de guerrilha” de Jay Conrad Levinson remodelou o modo de pensar das pequenas companhias sobre como se promover. Antes de Levinson cunhar o termo nos anos 80, companhias muitas vezes usavam enormes e caras ações de marketing. Nesses termos, para as companhias menores que anseavam competir, Levinson defendeu a ideia do uso do cérebro sobre os músculos. “Não pendure um banner para anunciar uma oferta; doe produtos na rua. Não coloque anúncios caros; use um golpe de relações públicas para publicidade gratuita”. Vinte e cinco anos depois, impérios foram construídos usando essas ideias.
13 – How to Win Friends and Influence People (1936), de Dale Carnegie (Como fazer amigos e influenciar pessoas)
O autor se descreveu como um “simples garoto country” do Missouri, e para ter certeza disso, algumas das frases no seu bestseller são puras metáforas como “Se você quer coletar mel, não saia chutando a colméia”. Mas Dale Carnegie foi mágico em fazer o púlico gostar dele. Além de comprar mais de 30 milhões de cópias de seu livro em todo o mundo, eles abriram as portas de seus programas educacionais, os quais prometiam sucesso profissional e felicidade. A sabedoria do plano de Carnegie sobre como avançar na carreira ainda soa como uma sofisticada força de trabalho urbana. Talvez esse seja o porquê de ele não ser um caipira no que se trata de entendimento do comportamento nos negócios: “Cerca de 15% do sucesso financeiro de alguém se deve ao conhecimento técnico e 85% à personalidade e à habilidade de liderar pessoas”.
14 – The Human Side of Enterprise (1960), de Douglas McGregor (Gerenciando o Lado Humano da Empresa)
Antes do trabalho de Douglas McGregor sobre Gestão, empregados frequentemente eram tidos como preguiçosos e desmotivados. Como resultado, na sabedoria convencional, a gestão deve levar seus trabalhadores a serem engrenagens da máquina produtiva. McGregor revolucionou os recursos humanos pensando em dois jeitos que os gestores poderiam ver os empregados: A Teoria X assume que trabalhadores são inerentemente preguiçosos; a Teoria Y assume que eles são motivados por si mesmos. Enquanto não claramente ao lado da Teoria Y, McGregor parece inclinado à idéia de que a gestão deveria pôr o local de trabalho em condições de levar as pessoas não só a irem bem no trabalho, mas de querer fazê-lo bem.
15 – The Innovator’s Dilemma (1997), de Clayton Christensen (O Dilema do Inovador)
Diferente da maioria dos livros de administação, “The Innovator’s Dilemma” é sobre fracasso. Professor na Escola de Administração de Harvard (Harvard Business School), Clayton Christensen analisa o porquê de grandes e bem-sucedidas empresas com CEOs (aparentemente) talentosos, regularmente vacilam, ou pior, vão à falência. O ponto de Christensen é que nos negócios, sucesso não gera sucesso. De fato, é o oposto. Grandes e dominantes companhias frequentemente não vêem tecnologias emergentes ou mudanças de mercado que farão seus inovadores produtos, obsoletos. A lição: Adaptar-se cedo e regularmente, mesmo que isso custe seus lucros hoje.
16 – Leading Change (1996), de John P. Kotter (Liderando a mudança)Nos negócios, a mudança é perpétua e necessária. Companhias falham em se adaptar à falha. Então, dirigir as transformações é, indiscutivelmente, o objetivo primário do gestor – lamentavelmente, poucos ainda obtém sucesso nisso. O livro de Kotter detalha um intuitivo processo de oito estágios, cada um ilustrado com exemplos tirados de sua extensa experiência na consultoria, para implementar mudança organizacional real e duradoura. Tão importante quanto as dicas práticas é a poderosa distinção que Kotter faz entre mudança de gestão e mudança de liderança. Como Kotter vividamente demonstra, só o último (mudança de liderança) pode manter a companhia um passo à frente.
17 – On Becoming a Leader (1989), by Warren Bennis (Torne-se um Líder)
O manual para aperfeiçoamento do seu “líder interior”, do guru da liderança, Warren Bennis, tende à uma leitura mais parecida com um livro de auto-ajuda do que um tutorial de negócios. O agora clássico de Bennis, foca o enigma da liderança e chama a escassez de líderes eficazes de “doença societal”, caracterizada pelo pensamento não-visionário e uma falta de auto-conhecimento. A solução proposta? Inclui aperfeiçoar sua “voz interior”, cultivar uma paixão pelo que você faz e construir confiança dentre seus seguidores.
18 – Out of the Crisis (1982), de W. Edwards Deming (Saia da crise)
Este é o livro que articulou primeiro a Gestão de Qualidade Total (Total Quality Management), a agora onipresente idéia de que a qualidade dos produtos e serviços, e sua continua melhora, é responsável por uma ampla gama de stakeholders corporativos, desde gestores e trabalhadores a fornecedores e até mesmo clientes. Deming é largamente creditado (juntamente com Taiichi Ohno) por ter introduzido sistemáticas medições e melhorias à manufatura Japonesa nos anos 60, e “Out of the Crisis” trouxe suas revolucionárias idéias aos negócios dos EUA. Os 14 princípios-chave enumerados no livro contradizem diretamente muitas práticas-padrão da era – incluindo cotas de produção, slogans “falha zero”, e gestão por inspeção – e, se tornou um modelo para modernas técnicas de administração.
19 – My Years with General Motors (1964), de Alfred P. Sloan Jr. (Meus Anos com a General Motors)
O autor, CEO da GM de1923 a1946, foi um titã da indústria, que levou a montadora de Detroit a ser a maior corporação no mundo. A publicação deste decisivo livro foi bloqueada por anos pelos advogados da GM, que temeram suas revelações sobre os trabalhos internos da companhia, e como poderiam ser usados contra ela,em litígio. As sagazes lições de Sloan sobre a gestão do behemoth (criatura bíblica) automotivo, desde estrutura corporativa a desenvolvimento de produtos para financiamento, ainda são consideradas como leitura obrigatória para a escola de administração.
20 – The One Minute Manager (1982), de Kenneth Blanchard eSpencer Johnson (O gerente minuto)
O pequeno volume, com suas simples homilias sobre negócios, imediatamente se tornaram um fenômeno mundial de publicação, e permaneceu mais de dois anos na lista de bestsellers do the New York Times. No livro, os aspirantes a bons administradores são avisados a “visar um empregado fazendo a coisa certa”, e a reforçar seu bom comportamento com um minuto de elogios. Más ações devem ser igualmente apontadas e punidas com um minuto de represálias. Os autores mesmo foram acusados de uma má ação pelo Wall Street Journal – plágio, mais exatamente – o qual eles negaram. Mas naquele tempo, a pequena obra era presente em todos os lugares, sendo distribuída pela FORTUNE em 500 companhias por toda parte.
21 – Reengineering the Corporation: A Manifesto for Business Revolution (1993), de James Champy eMichael HammerOs ditos de Adam Smith, dos anos de 1800, não se aplicam mais. Este é o pensamento por trás do bestseller de 1994 dos consultores administrativos James Champy e Michael Hammer. Rígidas divisões de trabalho – que uma vez aceleraram a produtividade da inexperiente América corporativa – agora estavam dirigindo a lentidão e falta de criatividade das empresas holding de volta, afirmam os autores. Eles pregaram um ‘redesign’ radical na maneira como as companhias processam e organizam seus negócios, incluindo o reagrupamento de trabalhos múltiplos em um. Nãoé nenhuma supresa que o livro tenha sido creditado como inspirador downsizing corporativo nos anos 90. Na era digital, seus ensinamentos ainda se mostram verdade.
22 – The 7 Habits Of Highly Effective People (1989), de Stephen R. Covey (Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes)
O livro-treinamento de liderança de Stephen Covey é altamente reconhecido como um dos maiores bestsellers de administração de todos os tempos. Isso é engraçado, porque há muito pouco sobre negócios ou gestão nele. Ao contrário, o livro é um grande esforço na construção de convicção, certeza, embasada por sete máximas “facilmente digeríveis”. Há bons conselhos pela obra que poderiam lhe ajudar na sua vida profissional, mas isto não estava entre as intenções óbvias de Covey. O fato de que os sete “hábitos” se sobrepõem e não são lá tão reveladores – O nº 2 resume-se em focar nos seus objetivos – não pareceram atenuar a contínua popularidade do livro.
23 – The Six Sigma Way: How GE, Motorola and other Top Companies are Honing Their Performance (2000), de PeterS. Pande, Robert P. Neuman R. Cavanagh (Estratégia Seis Sigma)
Antes de Six Sigma se tornar o ápice de uma piada cultural, era o estandarte de ouro na filosofia administrativa. Desenvolvido entre os anos 70 e 80, na Motorola e na GE, Six Sigma acredita que o caminho para o sucesso é pavimentado pela próxima e constante medição da performance da companhia e dos empregados. Feedback instantâneo é a chave. The Six Sigma Way, publicado em 2000 e co-escrito pelo guru da Six Sigma, Peter Pandle, trouxe a técnica de gestão às massas. O livro usa e abusa das experiências da GE e outras companhias que implementaram a técnica com sucesso.
24 -Toyota Production System (1988), by Taiichi Ohno (Sistema Toyota de produção)
Após a Segunda Guerra Mundial, Taiichi Ohno, um engenheiro da Toyota, começou a fazer experimentos nas linhas de produção das fábricas automotivas Japonesas. Sua meta era aumentar a eficiência e atingir as Três Grandes Americanas (America’s Big Three). O resultado da “mexida” de Ohno ofereceu mudanças na indústria manufatureira para sempre. Ohno e seus gerentes planejaram o Sistema de Produção da Toyota, mais amplamente conhecido como “produção enxuta” (“lean manufacturing”), que deu à Toyota uma enorme vantagem na produtividade e no controle de qualidade. O novo sistema assegurou a posição da Toyota como líder na indústria, e seus princípios foram adotados pelas fábricas entre os setores e países. Esta pequena jóia de livro delineia a jornada de Ohno e providencia ensinamentos no processo crucial da inovação, que são valiosos para gestores de todos os tipos.
25 – Who Moved My Cheese? (1998), by Spencer Johnson (Quem mexeu no meu queijo?)
Este pequeno trabalho, uma parábola de ratos e (pequenos) homens em um labirinto, pode ser lido em 30 minutos. Sua mensagem é simples: Abrace a mudança, porque esta é inevitável. No entanto, há um “culto” de Cheese, composto por leitores (alguns CEOs) que exalta as virtudes deste livro e diz que ele mudou suas vidas e ambientes de trabalho. Caminhões cheios destes livros foram entregues por altos executivos que esperam tornar seus funcionários mais flexíveis que Hem, o intransigente personagem que berra a frase-título do livro, quando se encontra em circunstâncias adversas. O livro também tem alguns “caluniadores” ou “depreciadores” na forma de paródias com nomes como “Who Cut the Cheese?”. Mas Johnson, também co-autor de The One Minute Manager, certamente ri de tudo isso no caminho ao banco; Cheese é o maior bestseller de gestão de todos os tempos, com mais de 20 milhões de cópias vendidas.Fonte: http://www.time.com/time/specials/packages/completelist/0,29569,2086680,00.html
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais
Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro
que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita
gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying
(algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi
escrito por Bronnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas
próximas da morte.
Assista o vídeo: http://youtu.be/6LxAshVAR4Q
Para analisar a publicação, a Dra. Ana Cláudia Arantes
– geriatra e especialista em cuidados paliativos do Hospital Israelita Albert Einstein
– que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos
arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.
1. Eu gostaria de ter
tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros
esperavam de mim
“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da
progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os
caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da
consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.
“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como
se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não
por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral,
acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando
deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.
“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida
toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando
tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem,
reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.
2. Eu gostaria de não
ter trabalhado tanto
“Não é uma sensação que acontece somente com os
doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a
geriatra.
“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não
se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica
o que não volta mais: o tempo”, afirma.
“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque
as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e
recomeçar”.
3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos
3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos
“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a
ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de
agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.
“À medida que uma doença vai avançando, não é raro
escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da
defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que
essas coisas nem sempre foram necessárias”.
“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida,
quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que
amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se
amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as
pessoas”, explica a médica.
4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos
4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos
“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria
família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a
médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em
uma relação de apoio”, explica.
“Não há nada de errado em ter uma família que não é
legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe
muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas
vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e
especiais, como os momentos com os amigos”.
“Dependendo da doença, existe grande mudança da
aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e
fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa
sensação remete aos amigos”, afirma.
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz
“Esse arrependimento é uma consequência das outras
escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria
felicidade”.
“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante
para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que
elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e
nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu
lado felizes também”, explica.
“A minha experiência mostra que esse arrependimento é
muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa.
As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que
precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes
se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o
melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não
fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.
Dica da especialista
“O que fica bastante claro quando vejo histórias como
essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e
tempo para fazê-las”.
“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no
futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer.
Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.
Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.
De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem
ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se
relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma
melhor.
“Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.
“Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Os melhores livros de 2010
A lista dos melhores livros lançados em 2010, segundo Ricardo Jordão Magalhães, do site www.bizrevolution.com.br, que sumarizam de alguma maneira as principais ideias de negócios no momento: Gestão de Pessoas, Redes Sociais, Marketing Boca-a-Boca, Equipes de Trabalho & Burocracia, Empreendedorismo, Reinvenção da Propaganda, Tecnologia & Inovação, Educação, Preços e Novos Modelos de Negócios.
1. Drive, de Daniel Pink. O livro foi lançado no dia do meu aniversário, 29 de Dezembro de 2009, e mostra o resultado de diferentes estudos sobre o que motiva uma pessoa. O livro é sensacional, e provavelmente o melhor livro de 2010. Se você é lider, e está querendo saber como motivar os seus funcionários, você precisa ler DRIVE. As descobertas do livro são óbvias - as pessoas querem AUTONOMIA, MELHORAR naquilo que fazem, e ser PARTE DE ALGO MAIOR, (está difícil encontrar um livro que fala sobre algo que você NUNCA ouviu falar). Ainda assim, DRIVE é fascinante por organizar as idéias sobre motivação das pessoas. Imperdível!
2. Linchpin, de Seth Godin. Provavelmente o seu último livro. Em meados de 2010 Godin publicou um post em seu blog dizendo que nunca mais irá publicar um livro por conta das novas facilidades de distribuição de conteúdo que estão aí. Vamos ver. Linchpin fala sobre o que você tem que fazer para se tornar indispensável no trabalho. “Não existe mais nenhuma posição de trabalho onde alguém consiga dizer com precisão o que você tem que fazer”. Você, eu, ele, todos nós estamos por conta própria. Godin, como Pink, falam sobre a importância de deixar de tratar os funcionários como se fossem trabalhadores de uma fábrica. “Ninguém deve esperar o chefe dizer o que tem que fazer; para se tornar indispensável você precisa ter iniciativa e traçar o seu próprio caminho”. Ok, nada de novo, mas bacana para reforçar conceitos adormecidos dentro de todos nós.
3. Rework, de Jason Fried. Empreendedor fundador da 37 Signals. Rework é o livro mais badalado de 2010 nos EUA. A 37 Signals é uma pequena empresa americana de 16 funcionários e 5 milhões de clientes. Amplamente cultuada lá fora, todos aguardavam com grande ansiedade pelo lançamento desse livro. Para surpresa dos críticos e alegria dos clientes, o livro superou todas as expectativas. Rework é muito bacana; uma espécie de manifesto em pró dos conceitos de gestão de pessoas lançados pelo DRIVE do Pink, e colocados em prático pelo próprio Fried na 37 Signals. O único desafio é: como aplicar os conceitos liberais da 37 Signals em uma empresa que não tem nada de 37 Signals? Respostas em um próximo livro.
4. The Mom and Pop Store, de Robert Spector. Eu sempre estou a caça de livros que falam sobre pequenos negócios. The Mom and Pop é o livro do ano quando o assunto são pequenas empresas que sobreviveram ao ataque das grandes empresas. Apaixonado, emocionante, pessoal, o livro conta a história de diferentes pequenas empresas americanas e como elas enfrentaram a concorrência matadora de uma Walmart, BestBuy, Target entre outras. Imperdível!
5. The Last Lion of Baseball, de Bill Madden. O livro conta a biografia fantástica de George Steinbrenner, o ex-presidente do New York Yankees que revolucionou o universo do baseball nas últimas décadas. Steinbrenner veio a falecer em Julho de 2010. Você não precisa gosta de baseball para gostar desse livro. Se você gosta de histórias de pessoas que se fizeram sozinhas, e construíram impérios, ou reconstruíram marcas famosas, você vai amar esse livro. Steinbrenner é um exemplo de um líder “durão” que ia até as últimas consequências para conseguir atingir os seus objetivos. Amado e odiado, o cara revolucionou o mundo dos esportes. A biografia do ano!
6. Brains on Fire, de Robbin Phillips. O marketing boca-a-boca e o marketing viral estão na crista da onda. Todo mundo tá louco para saber como fazer barulho com pouco dinheiro, ou como espalhar uma mensagem rapidamente pela internet. Brains on Fire é o melhor livro do ano sobre marketing viral. A autora não é conhecida, os cases que ela destrincha no livro também não, e sua filosofia sobre como fazer isso tudo acontecer menos ainda. Fantástico e imperdível.
Obs: Todos os livros citados aqui terão o seu resumo disponível dentro da BIZREVOLUTION PREMIUM, visite www.bizrevolutionpremium.com.br.
7. Hacking Work, de Bell Jensen. Rework é rebelde, mas Hacking Work é ainda mais. O trabalho como existe hoje é chato demais para a grande maioria das pessoas. Se você quer virar algo melhor do que um zumbi, precisa virar a mesa, se rebelar contra o sistema, mostrar iniciativa para mudar as coisas. Nesse livro, os autores mostram como hackear o sistema burocrático da sua empresa para fazer as coisas acontecerem. Mais um livro maluco que procura avisar as pessoas sobre uma nova e necessária maneira de trabalhar.
8. Switch, dos irmãos Chip Heath e Dan Heath. O livro fala sobre como mudar as coisas quando as coisas são realmente difíceis de mudar. As pessoas não mudam, ok, mas o livro procura mostrar um caminho muito prático sobre como mudar as pessoas mesmo quando elas não querem ser mudadas. O livro está cheio de exemplos práticos e histórias fascinantes que vão reenergizá-lo para voltar a carga nas mudanças que você quer tanto fazer.
9. SmartPricing, de Zagmohan e Zhang. Esse é o melhor livro sobre Preços que foi lançado em 2010. Ultra prático, e feito para executivos que não gostam muito de falar sobre preços, SmartPricing mostra como colocar em prática os mais modernos conceitos sobre preços da atualidade. O modelo de preços da Google e da Priceline são dissecados no livro.
10. DIY U, de Anya Kamenetz. DIY U é um livro revolucionário sobre educação. Além de mostrar diferentes estudos que provam que o sistema de educação atual está completamente falido, Kamenetz mostra as suas ideias radicais para um novo sistema de educação. “Todos sabem que precisamos mudar tudo, mas nenhuma geração quer experimentar o novo”. Leitura indispensável para educadores e todos aqueles envolvidos com educação de pessoas em todos os níveis.
11. AdLand, de James Othmer. A essa altura do campeonato você já deve ter percebido que a indústria da propaganda está quebrada. A única coisa que a mantêm de pé são os próprios alicerces (agência, veículos, marketeiros) que dependem dela e portanto fazem de tudo para tirá-la da UTI. AdLand é um livro sobre propaganda que procura mostrar saídas para o buraco em que todos os publicitários se meteram.
12. Where Good Ideas Come From, de Steven Johnson. Um fantástico livro sobre a história da inovação desde o início dos tempos. O livro procura mostrar que as maiores inovações da história da humanidade são consequências das interações sociais que os seus inventores tiveram. Quanto mais social você for, mais próximo da “próxima grande coisa” você estará. Um livro excelente para abrir a cabeça dos chefes que pensam que as redes sociais não servem para nada. A leitura social do ano! Como todos os livros, igualmente imperdível.
13. The Accidental Billionaires, de Ben Mezrich. Recentemente lançado no Brasil com o nome de Bilionários por Acaso, o livro conta a história dos bastidores da criação da Facebook. Dia 3 de Dezembro estréia THE SOCIAL NETWORK, o filme baseado no livro. Portanto, corra para ler o livro! O filme é sensacional, o livro é bacana. A fundação da Facebook é muito doida. Mark Zuckerberg, fundador da Facebook, é um moleque ultra ambicioso que faz de tudo para fazer a ideia virar, inclusive passar a perna no seu sócio fundador, o Eduardo Saverin - que inclusive é brasileiro. Você sabia que cara que bancou a Facebook no início é um brasileiro? Então leia o livro e confira.
14. The Corporate Lattice, de Cathleen Benko. Se você trabalha nas grandes corporations e está procurando por um livro para aprender a lidar com o seu atual sentimento de estagnação na carreira, eu recomendo The Corporate Lattice. O livro procura mostrar que a ladeira tradicional de crescimento em uma empresa não é mais o único caminho para você desenvolver o seu talento, e se sentir recompensado. Estar envolvido com diferentes grupos de trabalho é muito mais importante do que ter apenas poder. O mundo mudou, e vai mudar cada vez mais. Leitura fantástica para todos aqueles que almoçam todos os dias com um crachá pendurado no pescoço.
15. Marketing Lessons from Greatful Dead, de David Meerman Scott. Greatful Dead é uma banda de rock americana incrivelmente cultuada nos EUA. A sua maneira única de tocar, se relacionar com o público, divulgar o seu trabalho, são excelentes lições sobre como fazer marketing boca-a-boca. O livro é curto, mas fascinante. Eu diria que é o melhor livro sobre marketing de rock que eu já li. Fantástico!
16. Mesh, de Lisa Gansky. “O futuro dos negócios é compartilhar”, finalmente, com o advento das redes sociais, nós vemos o crescimento exponencial do conceito de compartilhar as coisas. Hoje em dia, 85% dos novos produtos lançados no mercado morrem antes de completar 1 ou 2 anos de vida. Isso acontece porque os produtores criam novos produtos a partir das suas próprias cabeças, sem sequer consultar o cliente sobre suas reais necessidades. Mesh defende a ideia de unirmos compradores e vendedores para juntos criarmos produtos que serão mais aceitos pelo mercado. Uma idéia arrojada, que começa a fazer sentido cada vez mais.
1. Drive, de Daniel Pink. O livro foi lançado no dia do meu aniversário, 29 de Dezembro de 2009, e mostra o resultado de diferentes estudos sobre o que motiva uma pessoa. O livro é sensacional, e provavelmente o melhor livro de 2010. Se você é lider, e está querendo saber como motivar os seus funcionários, você precisa ler DRIVE. As descobertas do livro são óbvias - as pessoas querem AUTONOMIA, MELHORAR naquilo que fazem, e ser PARTE DE ALGO MAIOR, (está difícil encontrar um livro que fala sobre algo que você NUNCA ouviu falar). Ainda assim, DRIVE é fascinante por organizar as idéias sobre motivação das pessoas. Imperdível!
2. Linchpin, de Seth Godin. Provavelmente o seu último livro. Em meados de 2010 Godin publicou um post em seu blog dizendo que nunca mais irá publicar um livro por conta das novas facilidades de distribuição de conteúdo que estão aí. Vamos ver. Linchpin fala sobre o que você tem que fazer para se tornar indispensável no trabalho. “Não existe mais nenhuma posição de trabalho onde alguém consiga dizer com precisão o que você tem que fazer”. Você, eu, ele, todos nós estamos por conta própria. Godin, como Pink, falam sobre a importância de deixar de tratar os funcionários como se fossem trabalhadores de uma fábrica. “Ninguém deve esperar o chefe dizer o que tem que fazer; para se tornar indispensável você precisa ter iniciativa e traçar o seu próprio caminho”. Ok, nada de novo, mas bacana para reforçar conceitos adormecidos dentro de todos nós.
3. Rework, de Jason Fried. Empreendedor fundador da 37 Signals. Rework é o livro mais badalado de 2010 nos EUA. A 37 Signals é uma pequena empresa americana de 16 funcionários e 5 milhões de clientes. Amplamente cultuada lá fora, todos aguardavam com grande ansiedade pelo lançamento desse livro. Para surpresa dos críticos e alegria dos clientes, o livro superou todas as expectativas. Rework é muito bacana; uma espécie de manifesto em pró dos conceitos de gestão de pessoas lançados pelo DRIVE do Pink, e colocados em prático pelo próprio Fried na 37 Signals. O único desafio é: como aplicar os conceitos liberais da 37 Signals em uma empresa que não tem nada de 37 Signals? Respostas em um próximo livro.
4. The Mom and Pop Store, de Robert Spector. Eu sempre estou a caça de livros que falam sobre pequenos negócios. The Mom and Pop é o livro do ano quando o assunto são pequenas empresas que sobreviveram ao ataque das grandes empresas. Apaixonado, emocionante, pessoal, o livro conta a história de diferentes pequenas empresas americanas e como elas enfrentaram a concorrência matadora de uma Walmart, BestBuy, Target entre outras. Imperdível!
5. The Last Lion of Baseball, de Bill Madden. O livro conta a biografia fantástica de George Steinbrenner, o ex-presidente do New York Yankees que revolucionou o universo do baseball nas últimas décadas. Steinbrenner veio a falecer em Julho de 2010. Você não precisa gosta de baseball para gostar desse livro. Se você gosta de histórias de pessoas que se fizeram sozinhas, e construíram impérios, ou reconstruíram marcas famosas, você vai amar esse livro. Steinbrenner é um exemplo de um líder “durão” que ia até as últimas consequências para conseguir atingir os seus objetivos. Amado e odiado, o cara revolucionou o mundo dos esportes. A biografia do ano!
6. Brains on Fire, de Robbin Phillips. O marketing boca-a-boca e o marketing viral estão na crista da onda. Todo mundo tá louco para saber como fazer barulho com pouco dinheiro, ou como espalhar uma mensagem rapidamente pela internet. Brains on Fire é o melhor livro do ano sobre marketing viral. A autora não é conhecida, os cases que ela destrincha no livro também não, e sua filosofia sobre como fazer isso tudo acontecer menos ainda. Fantástico e imperdível.
Obs: Todos os livros citados aqui terão o seu resumo disponível dentro da BIZREVOLUTION PREMIUM, visite www.bizrevolutionpremium.com.br.
7. Hacking Work, de Bell Jensen. Rework é rebelde, mas Hacking Work é ainda mais. O trabalho como existe hoje é chato demais para a grande maioria das pessoas. Se você quer virar algo melhor do que um zumbi, precisa virar a mesa, se rebelar contra o sistema, mostrar iniciativa para mudar as coisas. Nesse livro, os autores mostram como hackear o sistema burocrático da sua empresa para fazer as coisas acontecerem. Mais um livro maluco que procura avisar as pessoas sobre uma nova e necessária maneira de trabalhar.
8. Switch, dos irmãos Chip Heath e Dan Heath. O livro fala sobre como mudar as coisas quando as coisas são realmente difíceis de mudar. As pessoas não mudam, ok, mas o livro procura mostrar um caminho muito prático sobre como mudar as pessoas mesmo quando elas não querem ser mudadas. O livro está cheio de exemplos práticos e histórias fascinantes que vão reenergizá-lo para voltar a carga nas mudanças que você quer tanto fazer.
9. SmartPricing, de Zagmohan e Zhang. Esse é o melhor livro sobre Preços que foi lançado em 2010. Ultra prático, e feito para executivos que não gostam muito de falar sobre preços, SmartPricing mostra como colocar em prática os mais modernos conceitos sobre preços da atualidade. O modelo de preços da Google e da Priceline são dissecados no livro.
10. DIY U, de Anya Kamenetz. DIY U é um livro revolucionário sobre educação. Além de mostrar diferentes estudos que provam que o sistema de educação atual está completamente falido, Kamenetz mostra as suas ideias radicais para um novo sistema de educação. “Todos sabem que precisamos mudar tudo, mas nenhuma geração quer experimentar o novo”. Leitura indispensável para educadores e todos aqueles envolvidos com educação de pessoas em todos os níveis.
11. AdLand, de James Othmer. A essa altura do campeonato você já deve ter percebido que a indústria da propaganda está quebrada. A única coisa que a mantêm de pé são os próprios alicerces (agência, veículos, marketeiros) que dependem dela e portanto fazem de tudo para tirá-la da UTI. AdLand é um livro sobre propaganda que procura mostrar saídas para o buraco em que todos os publicitários se meteram.
12. Where Good Ideas Come From, de Steven Johnson. Um fantástico livro sobre a história da inovação desde o início dos tempos. O livro procura mostrar que as maiores inovações da história da humanidade são consequências das interações sociais que os seus inventores tiveram. Quanto mais social você for, mais próximo da “próxima grande coisa” você estará. Um livro excelente para abrir a cabeça dos chefes que pensam que as redes sociais não servem para nada. A leitura social do ano! Como todos os livros, igualmente imperdível.
13. The Accidental Billionaires, de Ben Mezrich. Recentemente lançado no Brasil com o nome de Bilionários por Acaso, o livro conta a história dos bastidores da criação da Facebook. Dia 3 de Dezembro estréia THE SOCIAL NETWORK, o filme baseado no livro. Portanto, corra para ler o livro! O filme é sensacional, o livro é bacana. A fundação da Facebook é muito doida. Mark Zuckerberg, fundador da Facebook, é um moleque ultra ambicioso que faz de tudo para fazer a ideia virar, inclusive passar a perna no seu sócio fundador, o Eduardo Saverin - que inclusive é brasileiro. Você sabia que cara que bancou a Facebook no início é um brasileiro? Então leia o livro e confira.
14. The Corporate Lattice, de Cathleen Benko. Se você trabalha nas grandes corporations e está procurando por um livro para aprender a lidar com o seu atual sentimento de estagnação na carreira, eu recomendo The Corporate Lattice. O livro procura mostrar que a ladeira tradicional de crescimento em uma empresa não é mais o único caminho para você desenvolver o seu talento, e se sentir recompensado. Estar envolvido com diferentes grupos de trabalho é muito mais importante do que ter apenas poder. O mundo mudou, e vai mudar cada vez mais. Leitura fantástica para todos aqueles que almoçam todos os dias com um crachá pendurado no pescoço.
15. Marketing Lessons from Greatful Dead, de David Meerman Scott. Greatful Dead é uma banda de rock americana incrivelmente cultuada nos EUA. A sua maneira única de tocar, se relacionar com o público, divulgar o seu trabalho, são excelentes lições sobre como fazer marketing boca-a-boca. O livro é curto, mas fascinante. Eu diria que é o melhor livro sobre marketing de rock que eu já li. Fantástico!
16. Mesh, de Lisa Gansky. “O futuro dos negócios é compartilhar”, finalmente, com o advento das redes sociais, nós vemos o crescimento exponencial do conceito de compartilhar as coisas. Hoje em dia, 85% dos novos produtos lançados no mercado morrem antes de completar 1 ou 2 anos de vida. Isso acontece porque os produtores criam novos produtos a partir das suas próprias cabeças, sem sequer consultar o cliente sobre suas reais necessidades. Mesh defende a ideia de unirmos compradores e vendedores para juntos criarmos produtos que serão mais aceitos pelo mercado. Uma idéia arrojada, que começa a fazer sentido cada vez mais.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Livro: O significado da marca.

Esse excelente livro é um lançamento do Grupo Editorial Record, do selo Best Business, escrito por Mark Batey, um especialista em marcas.
A obra apresenta muitas informações relevantes para quem quer construir ou gerenciar uma marca, como marketing sensorial, semiótica, teoria dos arquétipos e neuromarketing, além de analisar como os consumidores encontram ou criam sentido para as marcas.
O livro é de grande valia para executivos, publicitários, administradores, vendedores, psicólogos ou estudantes, para ajudar na sustentação de ideias e para apoiar as decisões a respeito de marcas em um estudo de um especialista em branding (marcas).
Abaixo um vídeo com o autor do livro, Mark Batey falando um pouco mais a respeito do conteúdo da publicação:
quarta-feira, 31 de março de 2010
Fazer Acontecer.com.br

Fazer Acontecer.com.br, livro escrito por um dos maiores e mais talentosos nome da propaganda brasileira, o publicitário Júlio Ribeiro, bacharel em Direto pela USP, presidente da Talent, da QG Propaganda e da CO. R Projetos de Inovação.
Esse livro estava esgotado, agora foi relançado pela Saraiva em parceria com a Virgília em edião revisada e ampliada.
Um livro de fácil leitura, com capítulos curtos e bem didáticos.
O autor conta alguns segredos que podem fazer algumas campanhas serem mais bem sucedidas de que outras, tais como: 'Não é nenhuma Brastemp' e 'Bonita camisa, Fernandinho'.
Aborda visões dos clientes, como relacionar e desenvolver cases de sucesso.
Destaco a seguir, parte de um dos capítulos do livro que o considero memorável:
o capítulo 22 – Três velas pretas .....
É surpreendente o peso que a crendice e a superstição exercem no marketing.
Na concepção e no desenvolvimento dos planos de marketing é que a superstição se revela com toda intensidade. Para algumas empresas, mais importante do que obter sucesso em marketing é realizar o ritual do marketing.
Mais importante que o marketing é ter um plano de marketing; mais importante do que o conteúdo desse plano é ele ser apresentado de forma apropriada a quem de direito, na data certa.
Trabalha-se na confecção de uma encadernação convincente, uma introdução que explique a finalidade do plano, uma análise do ano anterior, uma comparação de performance entre a empresa e os concorrentes e, indefectivelmente, uma proposta de aumento de participação do produto no mercado – mesmo que esse mercado não apresente a mais remota previsão de crescimento.
Ao realizar uma pesquisa sobre as razões que levam as pessoas a poupar, todos os entrevistados declararam que poupavam para realizar algum objetivo ou para se precaver contra adversidades.
- Eu poupo para um dia poder comprar uma casa própria.
- E quanto você poupa por mês?
- Sei lá, uns 50 reais.
- Mas você tem consciência de que, poupando essa quantia, vai levar um século para comprar um apartamento de dois dormitórios?
- Eu sei, mas um dia eu chego lá.
É como se, realizando o ato de poupar, o cidadão tranquilizasse a sua consciência. Mesmo sabendo que essa quantia é pequena, quase nada, ele poupa menos pelo objetivo – que sabe que não vai alcançar – e mais pelo ato.
Dorme-se melhor assim.
Existem empresas que entram em pânico se não tiverem um plano de marketing, independentemente do fato de ser eficaz ou não como ferramenta para a consecução de seus objetivos. Terminada a apresentação, muitas vezes os planos nunca mais são abertos.
Nesse comportamento, as empresas se assemelham aos poupadores em fila. Encenam o ritual, esquecendo a finalidade.
.... Em geral, não há má intenção na elaboração dos rituais do marketing. Todos desejam sinceramente obter melhores resultados com o trabalho. Porém, na medida em que a cultura da empresa é formal, a responsabilidade de escrever um bom plano torna-se maior do que a de obter algum resultado com ele.
As equipes mais bem-sucedidas são aquelas que empregam o tempo para pensar.
Os plano valem pelas soluções que propõem, não pela forma que são apresentados.
Elas têm que ser a ferramenta de trabalho, não um documento de erudição. Estimule sue pessoal a pensar extensivamente e a escrever sinteticamente. Lembre-se de Albert Einstein. Ele explicou o universo usando apenas três letras:
E = mc²
A empresa tem que ter compromisso com as ideias e não com os planos. Se não houver o que falar, é melhor não fazer plano algum e agarrar o mercado a tapa.
Dá para perceber que trata-se de uma leitura muito palatável, com dicas interessantes e que levam a certa reflexão de práticas comuns no mercado publicitário.
Não deixem de saborear o livro do Júlio Ribeiro.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Top 10 dos livros de Marketing mais vendidos em 2009
Philip Kotler continua sendo a principal referência para os profissionais de Marketing no Brasil. Quatro de seus livros estão entre os dez livros de Marketing mais vendidos de 2009, de acordo levantamento realizado pelo Mundo do Marketing. Além de ser conhecido como o pai do Marketing, o fato de Kotler estar entre os mais vendidos se explica pela ampliação cada vez mais forte de cursos de Marketing pelo país, tanto de graduação como de pós-graduação, onde a leitura do autor é obrigatória.
O ranking desse ano trás mais um brasileiro. São três na lista dos dez mais vendidos contra apenas dois em 2008. Personal Branding - Construindo sua marca pessoal, do professor e palestrante Arthur Bender aparece num surpreendente terceiro lugar. Em sétimo lugar aparece o também consultor e palestrante Jaime Troiano com o livro: As marcas no divã: uma análise de consumidores e criação de valor. Superdicas para conquistar clientes e para um atendimento 5 estrelas, de autoria do consultor e palestrante César Souza, ficou em oitavo.
Na outra ponta, no mercado, está Martin Lindstrom, autor de A Lógica do Consumo - Verdades e mentiras sobre por que compramos, com a quarta colocação no ranking. A obra relata casos reais de estudos de neuromarketing que explicam porque determinado produto vende e desfaz mitos como, por exemplo, o impacto do apelo sexual da propaganda na mente do consumidor.
O Top 10 é elaborado anualmente pelo Mundo do Marketing a partir do ranking de livros de Marketing e Negócios mais vendidos nas livrarias Saraiva, Siciliano, Fnac, Cultura e no site Submarino. Veja a lista completa abaixo e a sinopse de cada um dos referidos livros:
1º Lugar - Administração de Marketing

Quando a primeira edição deste livro foi publicada, em 1967, lançou conceitos inovadores que mudaram o modo como as pessoas viam o marketing. Mais de 40 anos depois, na 12ª edição, ele continua a surtir o mesmo efeito - tópicos como Marketing holístico, brand equity e Marketing experimental prometem fazer com que as pessoas invistam em uma perspectiva mais ampla e integrada do Marketing.
É exatamente essa capacidade de antecipar tendências que faz de Administração de marketing o livro de referência da área em todo o mundo. De fato, ao conseguir se manter sempre atualizado, acompanhando as mudanças no mercado e adaptando-se a elas, esta obra exerce uma das premissas básicas do marketing: a inovação constante.
2º Lugar - Marketing para o Século 21 - Como criar, conquistar e dominar mercados

Marketing para o Século XXI traz todo o conhecimento de Kotler para os administradores do novo milênio. Por intermédio dos profundos ensinamentos de Kotler, você vai atualizar rapidamente seus conhecimentos sobre os novos desafios e oportunidades apresentados pela globalização e pelo aumento da competição. Neste livro de prosa agradável, você vai descobrir as últimas novidades sobre todos os novos campos do marketing, desde a conquista da fidelidade dos clientes até a construção do patrimônio de marca, passando pela influência da internet e do computador pessoal nos hábitos de compra.
Dirigindo o planejamento de marketing para o atendimento de necessidades, e não para a venda de produtos, Kotler estabelece uma base mais científica para a tomada de decisões na área. Além disso, Marketing para o Século XXI traz as 14 questões mais frequentes dos administradores ao longo de todos os seus anos como palestrante
3º Lugar - Personal Branding - Construindo sua marca pessoal

Na obra Personal Branding - Construindo sua marca pessoal, o especialista em estratégia de marcas Arthur Bender oferece ao leitor propostas objetivas para administração e potencialização de imagem da marca pessoal, ampliar seu valor no mercado e construir aquilo que é mais visado no mundo das marcas: a credibilidade. Com comparações práticas às regras do marketing, Bender propõe uma importante discussão e mostra que é possível a qualquer pessoa criar e fortalecer a sua marca pessoal, e tornar-se único em um mercado tão competitivo. Basta saber onde quer chegar.
O livro traz ainda ferramentas, técnicas e sugestões para que o leitor repense a si próprio bem como reveja sua carreira a fim de se aproximar, cada vez mais, de seus sonhos profissionais. Acima de tudo, Personal Branding - Construindo sua marca pessoal, propõe um momento de reflexão sobre esses sonhos e o que deve ser feito para transformá-los em realidade de maneira consciente, estratégica e sólida.
4º Lugar - A Lógica do Consumo - Verdades e Mentiras sobre por que compramos

Estudos revelam que é preciso menos de dois segundos e meio para que um consumidor tome a decisão de comprar. As empresas sabem que têm menos de dois segundos para atrair seus olhos, capturá-lo e torná-lo um cliente. Em A lógica do consumo, o guru do marketing Martin Lindstrom leva o leitor aos bastidores das pesquisas que explicam por que determinado produto vende e mostra como o nosso cérebro responde aos muitos estímulos da propaganda. Num texto leve, Lindstrom apresenta casos reais de estudos de neuromarketing para desfazer mitos como, por exemplo, o impacto do sexo na mente do consumidor.
5º Lugar - Princípios de Marketing

Alinhado com o que há de mais inovador, este livro trata o Marketing como uma filosofia que orienta a organização e direciona seus esforços tanto para a criação de valor para o cliente como para a captação de valor do cliente para a empresa.
Baseado em um quadro conceitual de valor e relacionamento com o cliente, que traduz a essência do marketing atual, ele discute temas como construção e gerenciamento de marcas fortes e criadoras de valor, administração do retorno das ações para capturar valor em troca, domínio de novas tecnologias de marketing e marketing socialmente responsável. Como complemento aos assuntos abordados, a seção "Panorama brasileiro" apresenta casos novos e atuais, aproximando a teoria apresentada à nossa realidade.
6º Lugar - A Estratégia do Oceano Azul - Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante

O livro apresenta uma nova maneira de pensar sobre estratégia, resultando em uma criação de novos espaços (o oceano azul) e uma separação da concorrência (o oceano vermelho). Os autores estudaram 150 ganhadores e perdedores em 30 indústrias diferentes e viram que explicações tradicionais não explicavam o método dos ganhadores. O que eles acharam é que empresas que criam novos nichos, fazendo da concorrência um fator irrelevante, encontram um outro caminho para o crescimento. O livro ensina como colocar em prática essa estratégia.
7º Lugar - As marcas no divã: Uma análise de consumidores e criação de valor

O livro As marcas no divã nasceu do desejo de Jaime Troiano de organizar os aprendizados dessa longa vivência, de modo a poder compartilhar seu repertório de conhecimentos e experiências num momento em que grandes desafios se impõem às organizações modernas. A obra mescla textos inéditos com os principais papers e estudos produzidos pelo autor acerca da conexão entre consumidores e marcas e de como esse vínculo cria valor para as empresas.
A gestão de marca, segundo Troiano, há tempos se alinha entre as grandes preocupações das empresas mais profissionais e estruturadas - branding seria, assim, apenas uma terminologia recente para uma atividade que sempre inquietou executivos de marketing e de comunicação. Na atualidade, porém, dois fatores marcam a diferença da moderna administração de marca: a existência de muitas e eficientes ferramentas à disposição do gestor, e a convicção de que a atividade deve ser disseminada por toda a empresa, ainda que liderada pelos profissionais de marketing e comunicação.
De forma clara, quase didática, Troiano explica essas ferramentas de gestão de marca e comenta a eficiência de sua aplicação, ao mesmo tempo em que passeia por temas como motivações emocionais do consumidor, estudos de etnografia da marca, segmentação de mercado, peculiaridades dos públicos feminino e jovem, identidade visual e sistemas de medição de resultados, entre outros.
Como atrativo extra, o livro traz também um capítulo inteiramente dedicado a cases brasileiros, com a descrição de suas respectivas análises de comportamento de consumidor e de gestão de marca.
8º Lugar - Superdicas para conquistar clientes e para um atendimento 5 estrelas

Como conquistar, fidelizar e encantar seus clientes? Qual a melhor maneira de tratá-los e relacionar-se com eles? Você quer desenvolver as competências e atitudes para atendê-los de forma personalizada, sincera e inesquecível? Esse deve ser o objetivo de todos que trabalham com o público e pretendem diferenciar o atendimento, ganhando tanto na qualidade dos serviços prestados quanto no aumento das chances de subir na vida profissional.
Baseadas em situações reais, estas sessenta dicas elaboradas por César Souza, o criador do conceito da Clientividade, oferecem o passo a passo necessário para você colocar o cliente no único lugar que interessa: o centro de suas atenções profissionais. Seja qual for a sua área de atuação, aprenda a desenvolver um Atendimento 5 Estrelas no ciclo completo da relação com o cliente: antes, durante, depois e sempre.
9º Lugar - Vencer no Caos

Nesse clima de turbulência crescente, nenhuma organização sobreviverá sem visão, determinação e ação. Ao entrar em uma era de constantes e freqüentes períodos de turbulência econômica, os homens de negócios deverão ser capazes de desenvolver uma mentalidade prolífica apta a atravessar fases de intenso caos. Este instigante livro é único, à medida que traz aos profissionais e homens de negócios um guia revolucionário de gestão em tempos de crise, em cujo conteúdo será possível:
- Preparar cenários
- Predizer vulnerabilidades
- Evitar riscos enquanto avança nos interesses da empresa
- Preparar, construir e determinar cenários flexíveis e dinâmicos
- Precificar estrategicamente
- Ajustar os produtos aos novos valores dos clientes, entre outros
10º Lugar - Tudo o que você pensa, pense ao contrário

Com charme e humor, o livro ensina porque podemos investir em decisões impetuosas, subverter hierarquias e dar adeus aos hábitos corporativos como etapas do crescimento na carreira e na vida. Com base na experiência de seu brilhante desempenho como publicitário, o autor mostra como o risco pode ser o maior fator de segurança. Para isso aponta os benefícios de tomar as decisões consideradas menos razoáveis.
Paul Arden argumenta que "o problema de tomar decisões sensatas é que todo mundo está fazendo o mesmo". Ele explica "por que se deve ser precipitado" e desdenha dos ritos universitários, suas pós e MBAs, dando boas razões para se "aprender na escola da vida". Aponta para uma ruptura com códigos e comportamentos consagrados e acena com provocações que conferem a confiança necessária para se tomar decisões arriscadas - aquelas que podem levar a desfrutar do trabalho e da carreira de uma forma mais criativa, arrojada e singular do que se esperava.
O ranking desse ano trás mais um brasileiro. São três na lista dos dez mais vendidos contra apenas dois em 2008. Personal Branding - Construindo sua marca pessoal, do professor e palestrante Arthur Bender aparece num surpreendente terceiro lugar. Em sétimo lugar aparece o também consultor e palestrante Jaime Troiano com o livro: As marcas no divã: uma análise de consumidores e criação de valor. Superdicas para conquistar clientes e para um atendimento 5 estrelas, de autoria do consultor e palestrante César Souza, ficou em oitavo.
Na outra ponta, no mercado, está Martin Lindstrom, autor de A Lógica do Consumo - Verdades e mentiras sobre por que compramos, com a quarta colocação no ranking. A obra relata casos reais de estudos de neuromarketing que explicam porque determinado produto vende e desfaz mitos como, por exemplo, o impacto do apelo sexual da propaganda na mente do consumidor.
O Top 10 é elaborado anualmente pelo Mundo do Marketing a partir do ranking de livros de Marketing e Negócios mais vendidos nas livrarias Saraiva, Siciliano, Fnac, Cultura e no site Submarino. Veja a lista completa abaixo e a sinopse de cada um dos referidos livros:
1º Lugar - Administração de Marketing

Quando a primeira edição deste livro foi publicada, em 1967, lançou conceitos inovadores que mudaram o modo como as pessoas viam o marketing. Mais de 40 anos depois, na 12ª edição, ele continua a surtir o mesmo efeito - tópicos como Marketing holístico, brand equity e Marketing experimental prometem fazer com que as pessoas invistam em uma perspectiva mais ampla e integrada do Marketing.
É exatamente essa capacidade de antecipar tendências que faz de Administração de marketing o livro de referência da área em todo o mundo. De fato, ao conseguir se manter sempre atualizado, acompanhando as mudanças no mercado e adaptando-se a elas, esta obra exerce uma das premissas básicas do marketing: a inovação constante.
2º Lugar - Marketing para o Século 21 - Como criar, conquistar e dominar mercados

Marketing para o Século XXI traz todo o conhecimento de Kotler para os administradores do novo milênio. Por intermédio dos profundos ensinamentos de Kotler, você vai atualizar rapidamente seus conhecimentos sobre os novos desafios e oportunidades apresentados pela globalização e pelo aumento da competição. Neste livro de prosa agradável, você vai descobrir as últimas novidades sobre todos os novos campos do marketing, desde a conquista da fidelidade dos clientes até a construção do patrimônio de marca, passando pela influência da internet e do computador pessoal nos hábitos de compra.
Dirigindo o planejamento de marketing para o atendimento de necessidades, e não para a venda de produtos, Kotler estabelece uma base mais científica para a tomada de decisões na área. Além disso, Marketing para o Século XXI traz as 14 questões mais frequentes dos administradores ao longo de todos os seus anos como palestrante
3º Lugar - Personal Branding - Construindo sua marca pessoal

Na obra Personal Branding - Construindo sua marca pessoal, o especialista em estratégia de marcas Arthur Bender oferece ao leitor propostas objetivas para administração e potencialização de imagem da marca pessoal, ampliar seu valor no mercado e construir aquilo que é mais visado no mundo das marcas: a credibilidade. Com comparações práticas às regras do marketing, Bender propõe uma importante discussão e mostra que é possível a qualquer pessoa criar e fortalecer a sua marca pessoal, e tornar-se único em um mercado tão competitivo. Basta saber onde quer chegar.
O livro traz ainda ferramentas, técnicas e sugestões para que o leitor repense a si próprio bem como reveja sua carreira a fim de se aproximar, cada vez mais, de seus sonhos profissionais. Acima de tudo, Personal Branding - Construindo sua marca pessoal, propõe um momento de reflexão sobre esses sonhos e o que deve ser feito para transformá-los em realidade de maneira consciente, estratégica e sólida.
4º Lugar - A Lógica do Consumo - Verdades e Mentiras sobre por que compramos

Estudos revelam que é preciso menos de dois segundos e meio para que um consumidor tome a decisão de comprar. As empresas sabem que têm menos de dois segundos para atrair seus olhos, capturá-lo e torná-lo um cliente. Em A lógica do consumo, o guru do marketing Martin Lindstrom leva o leitor aos bastidores das pesquisas que explicam por que determinado produto vende e mostra como o nosso cérebro responde aos muitos estímulos da propaganda. Num texto leve, Lindstrom apresenta casos reais de estudos de neuromarketing para desfazer mitos como, por exemplo, o impacto do sexo na mente do consumidor.
5º Lugar - Princípios de Marketing

Alinhado com o que há de mais inovador, este livro trata o Marketing como uma filosofia que orienta a organização e direciona seus esforços tanto para a criação de valor para o cliente como para a captação de valor do cliente para a empresa.
Baseado em um quadro conceitual de valor e relacionamento com o cliente, que traduz a essência do marketing atual, ele discute temas como construção e gerenciamento de marcas fortes e criadoras de valor, administração do retorno das ações para capturar valor em troca, domínio de novas tecnologias de marketing e marketing socialmente responsável. Como complemento aos assuntos abordados, a seção "Panorama brasileiro" apresenta casos novos e atuais, aproximando a teoria apresentada à nossa realidade.
6º Lugar - A Estratégia do Oceano Azul - Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante

O livro apresenta uma nova maneira de pensar sobre estratégia, resultando em uma criação de novos espaços (o oceano azul) e uma separação da concorrência (o oceano vermelho). Os autores estudaram 150 ganhadores e perdedores em 30 indústrias diferentes e viram que explicações tradicionais não explicavam o método dos ganhadores. O que eles acharam é que empresas que criam novos nichos, fazendo da concorrência um fator irrelevante, encontram um outro caminho para o crescimento. O livro ensina como colocar em prática essa estratégia.
7º Lugar - As marcas no divã: Uma análise de consumidores e criação de valor

O livro As marcas no divã nasceu do desejo de Jaime Troiano de organizar os aprendizados dessa longa vivência, de modo a poder compartilhar seu repertório de conhecimentos e experiências num momento em que grandes desafios se impõem às organizações modernas. A obra mescla textos inéditos com os principais papers e estudos produzidos pelo autor acerca da conexão entre consumidores e marcas e de como esse vínculo cria valor para as empresas.
A gestão de marca, segundo Troiano, há tempos se alinha entre as grandes preocupações das empresas mais profissionais e estruturadas - branding seria, assim, apenas uma terminologia recente para uma atividade que sempre inquietou executivos de marketing e de comunicação. Na atualidade, porém, dois fatores marcam a diferença da moderna administração de marca: a existência de muitas e eficientes ferramentas à disposição do gestor, e a convicção de que a atividade deve ser disseminada por toda a empresa, ainda que liderada pelos profissionais de marketing e comunicação.
De forma clara, quase didática, Troiano explica essas ferramentas de gestão de marca e comenta a eficiência de sua aplicação, ao mesmo tempo em que passeia por temas como motivações emocionais do consumidor, estudos de etnografia da marca, segmentação de mercado, peculiaridades dos públicos feminino e jovem, identidade visual e sistemas de medição de resultados, entre outros.
Como atrativo extra, o livro traz também um capítulo inteiramente dedicado a cases brasileiros, com a descrição de suas respectivas análises de comportamento de consumidor e de gestão de marca.
8º Lugar - Superdicas para conquistar clientes e para um atendimento 5 estrelas

Como conquistar, fidelizar e encantar seus clientes? Qual a melhor maneira de tratá-los e relacionar-se com eles? Você quer desenvolver as competências e atitudes para atendê-los de forma personalizada, sincera e inesquecível? Esse deve ser o objetivo de todos que trabalham com o público e pretendem diferenciar o atendimento, ganhando tanto na qualidade dos serviços prestados quanto no aumento das chances de subir na vida profissional.
Baseadas em situações reais, estas sessenta dicas elaboradas por César Souza, o criador do conceito da Clientividade, oferecem o passo a passo necessário para você colocar o cliente no único lugar que interessa: o centro de suas atenções profissionais. Seja qual for a sua área de atuação, aprenda a desenvolver um Atendimento 5 Estrelas no ciclo completo da relação com o cliente: antes, durante, depois e sempre.
9º Lugar - Vencer no Caos

Nesse clima de turbulência crescente, nenhuma organização sobreviverá sem visão, determinação e ação. Ao entrar em uma era de constantes e freqüentes períodos de turbulência econômica, os homens de negócios deverão ser capazes de desenvolver uma mentalidade prolífica apta a atravessar fases de intenso caos. Este instigante livro é único, à medida que traz aos profissionais e homens de negócios um guia revolucionário de gestão em tempos de crise, em cujo conteúdo será possível:
- Preparar cenários
- Predizer vulnerabilidades
- Evitar riscos enquanto avança nos interesses da empresa
- Preparar, construir e determinar cenários flexíveis e dinâmicos
- Precificar estrategicamente
- Ajustar os produtos aos novos valores dos clientes, entre outros
10º Lugar - Tudo o que você pensa, pense ao contrário

Com charme e humor, o livro ensina porque podemos investir em decisões impetuosas, subverter hierarquias e dar adeus aos hábitos corporativos como etapas do crescimento na carreira e na vida. Com base na experiência de seu brilhante desempenho como publicitário, o autor mostra como o risco pode ser o maior fator de segurança. Para isso aponta os benefícios de tomar as decisões consideradas menos razoáveis.
Paul Arden argumenta que "o problema de tomar decisões sensatas é que todo mundo está fazendo o mesmo". Ele explica "por que se deve ser precipitado" e desdenha dos ritos universitários, suas pós e MBAs, dando boas razões para se "aprender na escola da vida". Aponta para uma ruptura com códigos e comportamentos consagrados e acena com provocações que conferem a confiança necessária para se tomar decisões arriscadas - aquelas que podem levar a desfrutar do trabalho e da carreira de uma forma mais criativa, arrojada e singular do que se esperava.
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