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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Livros inspiradores para desenvolvimento da carreira


O Mundo de Sofia
Da filosofia pré-socrática à pós-moderna, o livro de Jostein Gaarder passeia pelo desenvolvimento do pensamento humano a partir de um enredo de ficção.
“Uma história envolvente que nos ajuda a compreender a evolução de nosso mundo através da filosofia”, diz José Augusto Figueiredo, presidente da LHH/DBM.
O Mundo de Sofia – autor: Jostein Gaarder

Siddharta
A busca pela plenitude espiritual é o tema central do clássico romance de Hermann Hesse.
 “O romance possibilitou que eu me apoderasse de mim mesmo e enfrentar todas as condições adversas para meu crescimento e desenvolvimento como pessoa e como profissional”, diz Alfredo Assumpção, presidente da Fesap Holding.
Siddharta – autor: Hermann Hesse 
Built to Last
Os hábitos das empresas visionárias, construídas para durar, são revelados no livro de Jim Collins e Jerry I. Porras. Na tradução livre, o título  ignifica "Feitas para durar: hábitos de sucesso das companhias visionárias".
 “Foi minha segunda muleta organizacional. O que tinha aprendido com o livro In Search of Excellence veio a se confirmar em 2001 com o livro Built to Last. Neste momento refiz minha empresa projetando com sucesso para enfrentar o próximo século”, diz Alfredo Assumpção, presidente da Fesap Holding.
Built to Last: Successful Habits of Visionary Companies
- autores: Jim Collins, Jerry I. Porras 
In Search of Excellence
Até hoje uma referência na área de gestão, o livro foi publicado pela primeira vez em 1982. Em português, foi editado com o título “Vencendo a Crise”.
“Foi minha primeira muleta organizacional para construção de empresas saudáveis, lucrativas e perenes. Nos anos 1980, comecei a sonhar em ter minha empresa”, diz Alfredo Assumpção, presidente da Fesap Holding.
In Search of Excellence – autores: Tom Peters e Robert H. Waterman, Jr 
Novos padrões de administração
Para Reinaldo Polito, o livro, publicado nos Estados Unidos em 1961 e no Brasil, em 1971, foi importante para o desempenho de suas atividades como administrador do Curso de Expressão Verbal.
“O autor se vale de pesquisas realizadas ao longo de décadas para mostrar os equívocos e acertos administrativos", diz. Com base neste levantamento, ele "propõe condutas para que as organizações sejam mais produtivas e eficientes”, afirma. 
Novos padrões de administração- autor: Rensis Likert
A estratégia do golfinho
O livro, sobre como ter sucesso com ética, faz a distinção, por meio de metáforas de animais, em três categorias de administradores de empresas: tubarão, carpa e golfinho.
Roberto Shinyashiki, que leu o livro nos anos 1990, explica que tubarões são aqueles empresários sem valores, que passam por cima de tudo e de todos.
As carpas são os ingênuos, sempre aniquilados pelos tubarões. “Isso acontece ainda hoje, mas naquela época era muito forte”, diz. "O tubarão vai sempre comer a carpa, não é uma opção ser ingênuo”
“E os golfinhos têm ética. Só eles conseguem ganhar do tubarão porque têm estratégia, explica.
A estratégia do Golfinho – autores: Dudley Lynch e Paul L. Kordis
Transitions
No livro, William Bridges, que é referência em processos de mudança,  modela o conceito e compreensão do que é uma transição.
“Leitura fundamental para compreender nossas resistências e frustrações frente às mudanças da vida”, diz José Augusto Figueiredo, presidente da LHH/DBM.
Transitions: Making Sense of Life's Changes – autor: William Bridges
Quando Nietzsche Chorou
Friedrich Nietzsche, Josef Breuer e Sigmund Freud são personagens do livro que retrata Viena, no século 19, às vésperas do nascimento da psicanálise.
“Um romance sensacional que provoca uma grande reflexão através do emaranhado entre ficção e personagens reais da história da psicanálise e filosofia”, diz  Figueiredo, presidente da LHH/DBM.
Quando Nietzsche Chorou  - autor: Irvin D. Yalom
Reinventado Você
Em “Reinventando Você”, o autor Carlos Alberto Júlio estimula profissionais a traçarem estratégias para uma carreira de sucesso, tendo em vista os novos mecanismos que regem a competitividade entre as organizações.
Para Polito, a leitura foi inspiradora para a sua formação como administrador. “É um livro que desperta o leitor para reflexões sobre a carreira e a vida”, diz.
Reinventando Você – autor: Carlos Alberto Júlio
O Gestor Eficaz
O livro de Peter Drucker, considerado o pai da administração, foi essencial para Roberto Shinyashiki dar os seus primeiros passos como gestor. “Li esse livro na década de 1980 e ele organizou minha cabeça sobre o que é ser gestor porque na faculdade de medicina a gente não aprende nada de gestão”, diz ele que psiquiatra por formação.
Gestor eficaz – autor: Peter Drucker 
Psicologia da Evolução Possível ao Homem
“Este livro possibilitou-me entender a empresa como um ser vivo, com corpo, alma e espírito, que precisa como tal ser gerida”, diz Alfredo Assumpção, presidente da Fesap Holding.
Psicologia da Evolução Possível ao Homem - autor: P. D. Ouspenski

Cash! Como criar negócios altamente lucrativos na internet
No livro, Joel Comm revela estratégias e táticas para ganhar dinheiro com negócios digitais.
“O autor ensina a dinâmica do mundo digital de uma forma que fez muito sentido pra mim”, diz Shinyashiki que depois de assistir a palestra do autor, comprou o livro em inglês e resolveu editar no Brasil.
Cash! Como criar negócios altamente lucrativos na internet – autor: Joel Comm
Liderança Invisível
O livro de Robert Rabbin redefine o significado da palavra líder, de modo a abarcar conquistas que se dão também na esfera da consciência.
“Foi meu primeiro contato com espiritualidade em gestão de empresas. Desde que comecei a aplicar esses conceitos na minha empresa, conseguimos crescer nosso negócio 2.520% em 10 anos de atividade”, diz Alfredo Assumpção, presidente da Fesap Holding, que completará 20 anos em junho de 2015.
Liderança Invisível – autor: Robert Rabbin
The Age of Discontinuity
Este livro (cujo título tradução livre significa A era da descontinuidade) de Peter Drucker foi importante para a formação de Polito.
“Foi o primeiro contato importante que mantive com os conceitos da globalização e do conhecimento para o sucesso das organizações”, diz ele.
The Age of Discontinuity – autor: Peter Drucker
A arte de falar em público
Polito leu, releu e estudou o livro de Silveira Bueno, publicado em 1933.
“Ganhei a primeira edição dessa obra no início dos anos 1980”, diz ele que chegou a conhecer Bueno e conversar sobre oratória.
“Quando nos encontramos pela primeira vez ele estava com 93 anos de idade. Era sempre um prazer encontrá-lo e trocar informações sobre oratória. Foi emocionante pegar seu autógrafo depois de mais de 50 anos da publicação do livro”, diz.
Na foto, a edição autografada: “ao batalhador da oratória, senhor Reinaldo Polito, a minha admiração. Professor Silveira Bueno. 12.12.1987”.
A Arte de Falar em Público – autor: Silveira Bueno
Compêndio de Oratória Sagrada
O livro de Esteban Monegal y Nogués, publicado na Espanha em 1923, é dirigido à formação em oratória para padres, mas segundo Polito, pode ser aplicado a qualquer atividade.
“Especialmente a quem deseja se dedicar ao ensino da arte de falar em público” , diz.
Compendio de Oratoria Sagrada – autor: Esteban Monegal y Nogués

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Porque Administração?

Significado da palavra Administração
     A palavra administração vem do latim ad (direção, tendência para) e minister (subordinação ou obediência).  Vários autores definem de diversas maneiras a administração. Uma  definição bem moderna seria:
     Administração é o ato de trabalhar com e através de pessoas para realizar os objetivos tanto da organização quanto de seus membros.
     Existem três aspectos chaves que devem ser apontados nesta definição:
1. Dá maior ênfase ao elemento humano na organização. 
2. Focaliza a atenção nos resultados a serem alcançados, isto é, nos objetivos em vez de nas atividades. 3. Incluiu o conceito de que a realização dos objetivos pessoais de seus membros deve ser integrada à realização dos objetivos organizacionais.
Ou ainda:
Administração é administrar a ação através das pessoas com objetivo bem definido
Administração é o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos a fim de alcançar objetivos.
A administração é o processo de tomar e colocar em prática decisões sobre objetivos e utilização de recurso.
  

     A partir de hoje você não pode pensar como um executor de tarefas simplesmente.
     Como administrador você deslocará dos trabalhos operacionais para o campo da ação.
     Sairá das habilidades práticas de saber fazer certas coisas corretamente para atividades administrativas, voltadas para o campo do diagnóstico e da decisão, onde utiliza as habilidades conceituais de diagnosticar situações, definir e estabelecer estratégias de ação adequadas.
     Cresce então a necessidade de se fundamentar em conceitos, valores e teorias que lhe permitam o balizamento adequado de seu comportamento.
     Em vez de preocupar como ensinar a fazer certas coisas o como a teoria da administração ensina que coisas devem ser feitas em determinadas situações  o porquê. O que diferencia o administrador de um simples executor é exatamente o fato de que, enquanto o segundo sabe fazer certas coisas que aprendeu mecanicamente (planos, organogramas, mapas, registros, lançamentos etc.), o primeiro sabe analisar e resolver situações problemáticas variadas e complexas, pois aprendeu a pensar, a avaliar e a ponderar em termos abstratos, estratégicos, conceituais e teóricos. O segundo é um mero agente de execução e operação. O primeiro é um agente de mudança e inovação, pois adquire habilidade de entender e diagnosticar situações.
     A administração não é uma coisa mecânica que dependa de certos hábitos físicos que devem ser superados ou corrigidos a fim de se obter o comportamento correto. 
     Pode-se ensinar o que um administrador deve fazer, mas isto não irá capacitá-lo efetivamente a fazê-lo em todas as organizações. 
     O sucesso de um administrador na vida profissional não está inteiramente relacionado àquilo que lhe foi ensinado, ao seu brilhantismo acadêmico ou ao seu interesse pessoal em praticar o que aprendeu nas escolas.       Esses aspectos são importantes, porém estão condicionados a características de personalidade, ao modo pessoal de agir de cada um. O conhecimento tecnológico da Administração é importantíssimo, básico e indispensável, mas depende, sobretudo, da personalidade e do modo de agir do administrador, ou seja, de suas habilidades. 
     Há pelo menos três tipos de habilidades necessárias para que o administrador possa executar eficazmente o processo administrativo: a habilidade técnica, a humana e a conceitual.
     Habilidade técnica: Consiste em utilizar conhecimentos, métodos, técnicas e equipamentos necessários para a realização de suas tarefas específicas, através de sua instrução, experiência e educação. 
     Habilidade humana: Consiste na capacidade e no discernimento para trabalhar com pessoas, compreender suas atitudes e motivações e aplicar uma liderança eficaz. 
     Habilidade conceitual: Consiste na habilidade para compreender as complexidades da organização global e o ajustamento do comportamento da pessoa dentro da organização. Esta habilidade permite que a pessoa se comporte de acordo com os objetivos da organização total e não apenas de acordo com os objetivos e as necessidades de seu grupo imediato.

A adequada combinação dessas habilidades varia à medida que um indivíduo sobe na escala hierárquica, de posições de supervisão a posições de alta direção.

Porque estudar administração

1. Embora o processo administrativo seja importante em qualquer contexto de utilização de recursos, a razão principal para estudá-la é seu reflexo sobre o desempenho das organizações. 
2. O principal motivo para a existência das organizações é o fato de que certos objetivos só podem ser alcançados por meio da ação coordenada de grupos de pessoas.
3. Na atualidade, as organizações assumiram importância sem precedentes na sociedade e na vida das pessoas. 

      É dramático o impacto do mau funcionamento de uma organização de grande porte sobre a sociedade. 
Considere por exemplo a quebra de um banco, como aconteceu com o Banco Econômico em 1995. Funcionários perdem o emprego e contribuintes são obrigados a arcar com as consequências.
     Pense numa cidade inundada e você vai lembrar-se da Prefeitura, pense em pessoas despreparadas, e você vai lembra-se do baixo nível da educação, pense na necessidade de pagar planos de saúde ou pensão, ou nas filas nos hospitais públicos, e você vai lembrar-se do governo que não trabalha como deveria.
     Muitos problemas que você enfrenta têm sua origem na inexistência ou ineficiência de algum tipo de organização.
     Organizações bem administradas são importantes por causa desse impacto sobre a qualidade de vida da sociedade.
     Administradores bem preparados, portanto, são recursos sociais importantes.
     Essa predominância das organizações e sua importância para a sociedade moderna bem como a necessidade de administradores competentes está na base do desenvolvimento da teoria geral da
administração.
     A administração é praticada desde que existem os primeiros agrupamentos humanos. A moderna teoria geral da Administração, que se estuda hoje é formada por conceitos que surgiram e vêm-se aprimorando há muito tempo, desde que os administradores do passado enfrentaram problemas práticos e precisaram de técnicas para resolvê-los. Por exemplo, a Bíblia relata que Moisés estava passando o dia cuidando de pequenas causas que o povo lhe trazia. Então Jetro recomendou: procure homens capazes para serem líderes de 10, 100 e 1.000. Este conselho foi dado a Moisés cerca de 3.500 anos atrás. É tão antigo e continua atual.
     Já no século XXI, a administração e as organizações estão sofrendo grandes transformações, As empresas privadas, em particular, operam dentro de um contexto extremamente competitivo e precisam aprimorar continuamente sua eficiência: fazer mais, com menor quantidade de recursos.
     Aumenta a importância da Administração empreendedora: o movimento que procura estimular as pessoas a serem seus próprios patrões. Além disso, a ideia de administração participativa ganha muito espaço com essa tendência, pois é preciso educar funcionários operacionais para serem seus próprios gerentes.

Fonte:
Prof. Mestre Cezar A. Oliveira

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Como potencializar suas redes de contato


Mais do que entender a importância do networking, o profissional deve observar alguns pontos para melhor aproveitá-lo.


Sempre alguém conhece alguém, e é exatamente por isso que o networking é extremamente útil na esfera pessoal ou profissional. No entanto, mais do que entender a importância de se construir uma rede de contatos, os profissionais devem observar alguns pontos para melhor aproveitá-la.

Nesse sentido, a gerente-geral da empresa de recursos humanos e carreiras, Right Management no Brasil, Elaine Saad, elaborou 10 dicas que ajudam a direcionar as pessoas na construção de uma eficiente rede de contatos, observe:

1. Entenda o que é o networking - pode parecer simples, mas entender o objetivo e a extensão do networking é o primeiro passo tanto para aproveitar melhor sua rede de contatos quanto para potencializá-la. De acordo com Elaine, muitos profissionais pensam que a principal função do networking é auxiliá-lo na busca de uma nova colocação.


O networking, no entanto, é a construção de uma rede de relacionamento que poderá, em determinados momentos da vida, contribuir para solucionar questões tanto profissionais quanto pessoais. “É importante compreender o objetivo do networking, ele não serve apenas para busca de emprego, é uma ferramenta muito mais ampla”, analisa Elaine.

2. Organize sua vida para que o networking seja algo natural - uma boa rede de relacionamento não surge da noite para o dia. É preciso aproveitar cada ocasião, cada evento, cada encontro, cada oportunidade. Elaine explica que existem três esferas principais de relacionamentos: pessoal, profissional e espontânea.

Sua rede pessoal é composta por seu vizinho, seu médico, o gerente do banco, o dentista. A profissional é aquela composta por pessoas que trabalham com você. A espontâneo, por fim, é aquela que surge em eventos esporádicos. Entenda que o networking bem feito vem da capitalização de pessoas em todas essas esferas, não se restringindo apenas ao mundo corporativo. Em todas as ocasiões, portanto, tente se aproximar das pessoas.

3. Elaboração de uma base de dados - conhecer pessoas, mas não saber onde ou como contatá-las, não adianta nada. Preocupe-se em montar uma base de dados bem organizada, com informações relevantes e atualizadas. Com o advento das redes sociais, esse trabalho ficou muito mais simples. A sugestão é criar seu perfil em todas as redes sociais, desde as mais pessoais, como Facebook ou Orkut até as profissionais, como Linked In e Tumblr.

4. Vá aonde as pessoas estão - na mesma linha do item anterior, lembre-se de que boa parte dos usuários da internet já acessa as redes sociais. A lógica, portanto, é a mais simples possível: se todos estão na rede e sua estratégia é conhecer e contatar pessoas, vá para onde as pessoas estão.

5. Mantenha o círculo ativo - observe que você desenvolve basicamente três tipos de contato com as pessoas. O primeiro é aquele mais frequente, com pessoas com as quais você fala quase sempre e que, normalmente, são membros da família, amigos e algumas pessoas mais próximas do trabalho. Depois, há aquelas pessoas com as quais o contato é menos frequente ou que, apesar de ver todos os dias, no caso do seu chefe, você não estabelece uma relação muito próxima. O último caso é aquele tipo de contato com pessoas que você conhece, mas não convive.

Elaine lembra que não basta simplesmente conhecer e ter essas pessoas na sua rede de contatos: é preciso fazer com que elas lembrem de você. “É importante se fazer presente de alguma maneira”. A forma como você vai atrair essas pessoas vai depender de como você se sente melhor. Você pode chamar para um almoço, convidar para um evento, mandar e-mail, dar um telefonema, seja o quer for, o importante é não deixar que as pessoas se esqueçam de você.

6. Encontre a sua forma de fazer - muitos têm dúvidas a respeito de como fazer o networking, ou seja, qual estilo adotar. A resposta deve vir do próprio profissional. Elaine pontua que não existe regra para isso, as pessoas são diferentes e precisam descobrir como se sentem bem ao fazer o networking.

A sugestão então é: encontre a sua forma de fazer, desenvolva o seu estilo. Se você se sente bem telefonando para as pessoas, faça isso. Se prefere mandar e-mail, mande. O importante é não ficar parado nem achar que você precisa se encaixar em alguma regra ou modelo preelaborado.

7. Não recuse favores - a rede de contatos será muito útil no momento em que o profissional precisar de uma ajuda, de um favor ou de uma indicação. O erro é lembrar dela somente nesses momentos. Para ser ajudado, é preciso ajudar, não se esqueça disso. Lembre-se sempre de que você também faz parte da rede de contato de muitas pessoas e, se hoje elas precisam de você, um dia você precisará delas; então, nunca negue uma demanda.

Elaine explica que uma pessoa que atende à solicitação da sua rede de contatos, não só pode contar com o retorno desse favor, como pode se tornar “uma referência para situações futuras”. Na prática, isso quer dizer que aquele profissional que dá atenção para outros, pode ser citado e indicado por outros profissionais, aumentando ainda mais sua rede.

8. Envolva-se - o segredo para construir uma rede de contatos interessante é “ficar ligado e atento a tudo”, observa Elaine. Observe que, na área profissional em que você atua, existe uma infinidade de formas de aumentar seu envolvimento. Você pode fazer um curso de especialização, participar de sites focados na sua área, comunidades na internet, eventos, palestras, feiras, exposições, enfim, só depende de você se envolver e capitalizar os contatos.

9. Cuidado com quem você está falando - cuidados ao se relacionar com aqueles que fazem parte da rede de relacionamento também deve fazer parte das preocupações do profissional. A forma como você os trata é a primeira coisa que deve ser observada.

Elaine explica que é um erro, por exemplo, tratar de forma muito íntima aqueles que não fazem parte do seu círculo de conhecidos mais próximos.

10. E se acharem que eu estou me aproveitando? - Você conheceu um profissional que pode ajudá-lo exatamente naquele assunto que está tirando seu sono. Seu medo é que ele ache que você está se aproveitando da posição dele ou do fato dele conhecer pessoas que seriam muito úteis a você.

Elaine explica que o primeiro passo é não encarar dessa maneira. “As pessoas recebem esse tipo de demanda de forma muito mais tranquila do que antigamente”. Portanto, se você não entra em contato só quando precisa, não recorre à sua rede só para procurar emprego, não se preocupe, pois ninguém vai achar que você está se aproveitando e ainda vão ficar felizes por saberem que poderão contar com você no futuro.

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