quarta-feira, 21 de agosto de 2013

As maiores fortunas do Brasil


         A edição de agosto da revista Forbes traz a lista dos bilionários brasileiros.
         Na última sexta-feira (16/08), a publicação divulgou uma prévia do ranking.
         O patrimônio somado dos 124 que aparecem listados é de R$ 544 bilhões, o que corresponde a 12,36% do PIB registrado no país em 2012.
        O primeiro colocado é Jorge Paulo Lemann, com patrimônio de R$ 38,24 bilhões, seguido por Joseph Safra, com R$ 33,90 bilhões e Antônio Ermírio de Moraes & Família, com R$ 25,68 bilhões.


        Oitenta bilionários que aparecem na lista nasceram no Sudeste do país (45 de SP, 20 do RJ e 15 MG). A região Norte em contrapartida não tem nenhum representante na lista.

Os 15 mais ricos do país:

Carlos Alberto Sucupira, Jorge Paulo Lemann e Marcel Herrmann Telles
1 - Jorge Paulo Lemann - R$ 38,24 bilhões
2 - Joseph Safra - R$ 33,90 bilhões
3 - Antônio Ermírio de Moraes e família - R$ 25,68 bilhões

4 - Marcel Herrmann Telles - R$ 19,50 bilhões

5 - Roberto Irineu Marinho - R$ 17,28 bilhões

6 - João Roberto Marinho - R$ 17,26 bilhões
7 - José Roberto Marinho - R$ 17,10 bilhões

8 - Carlos Alberto Sicupira - R$ 16,78 bilhões

9 - Norberto Odebrecht e família - R$ 10,10 bilhões

10 - Francisco Ivens de Sá Dias Branco - R$ 9,62 bilhões

11 - Walter Faria - R$ 9,08 bilhões

12 - Aloysio de Andrade Faria - R$ 8,25 bilhões

13 - Abílio dos Santos Diniz - R$ 7,95 bilhões

14 - Giancarlo Civita e família - R$ 7,68 bilhões

15 - Renata de Camargo Nascimento, Regina de Camargo Oliveira Pires e Rosana Camargo de Arruda Botelho - R$ 7,46 bilhões (cada uma)

Projeto: Investimento atrai investimento

Palestrante: Dr. Ozires Silva - Idealizador da EMBRAER
           Ontem, 20/agosto, tive o privilégio de participar, no Center Convention, dentro do projeto Investimento atrai investimento, da palestra: Educação, inovação e empreendedorismo, com o grande brasileiro e um genuíno empreendedor, que muito nos orgulha, o Dr. Ozires Silva, oficial da Aeronáutica e eng. formado pelo ITA e contribuiu decisivamente palo desenvolvimento da indústria aeronáutica brasileira. Simplesmente idealizou a EMBRAER, uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo, que atualmente gera 20 mil empregos diretos e quase 100 mil indiretos, em vários outros países (40). Ex- presidente da Petrobrás (de 1986 a 1989), ex-ministro da Infraestrutura (1991).  Atualmente é reitor da UNIMONTE, em Santos e membro do conselho consultivo do Grupo ALGAR.
           Para enterdermos a lucidez desse jovem senhor de 82 anos,  ele iniciou sua fala destacando que: "o NOVO está vencendo. Tudo está sendo mudado! Sempre, um produto inovador vence. E que a solução necessariamente passa pela EDUCAÇÃO."
           Ele provou que nessa área estamos indo mal, pois 70% da população brasileira é analfabeta funcional (não lê jornais, revistas, livros etc). Mais preocupante ainda foi uma pesquisa que mostra que 38% dos recem-formados nos nossos cursos de graduação são também analfabetos funcionais. No PISA - 2012, onde participaram 65 países, figuramos em 53o. lugar. 
         
Dr. Ozires Silva publicou cinco livros: 

1. Nas Asas da Educação – A Trajetória da Embraer;
2. Cartas a um Jovem Empreendedor – Realize seu Sonho: Vale a Pena;
3. A Decolagem de um Sonho: a História da Criação da Embraer
4. Etanol: a Revolução Verde e Amarela

Em dezembro de 2011, foi lançada sua biografia, intitulada ‘Um Líder da Inovação – Biografia do Criador da Embraer’ e escrita por Decio Fischetti.

Empregabilidade - Como anda a sua?


Manter a empregabilidade em alta - missão diária

Empregabilidade é um tema extremamente dinâmico e a lista de pré-requisitos necessários para ser desejado pelo mercado cresce continuamente. As chamadas competências essenciais vão se tornando mais amplas e mais complexas à medida que o tempo passa.

Há algum tempo o capital intelectual era uma vantagem competitiva por excelência. 
Hoje, sem a presença do capital emocional e do capital ético, apenas para citar duas concepções vigentes, apenas o capital intelectual não garante a contratação e permanência no mercado de trabalho. 

Quanto mais aumenta o nível da competitividade e, porque não dizer, a histeria corporativa, mais as questões relativas à capacidade de enfrentar e conviver com altos níveis de pressão tornam-se evidentes. Conviver cotidianamente com este nível de pressão não requer apenas intelecto relevante, mas, condições físicas e mentais pra lá de saudáveis. As maiores causas de afastamentos a partir do nível gerencial se devem a transtornos psicológicos, muitos deles potencializados pelo estresse negativo oriundo dos níveis crescentes de pressão e da falta de uma disciplina que permita crescimento na carreira associado à qualidade de vida. Sim, isso é possível!


O conceito de empregabilidade é extremamente simples, resume-se nas respostas às seguintes perguntas:


1. Quanto a sua bagagem pessoal e profissional é interessante para o mercado? 
2. Que “diferenciais nobres” você possui quando comparado a outros profissionais com uma formação e trajetória parecidas com a sua?

3. Quais as razões que justificam o desejo de uma empresa em ter você como parte do capital estratégico/competitivo da organização?

4. O quanto a sua história de vida e de carreira falam mais alto que seu currículo. Ou seja, quando você pensa nas pessoas que detêm o poder de contratá-lo você tem que pensar: Afinal por que elas se importariam?


Você não vale apenas o quanto sabe, mas vale o quanto “é”. Uma pessoa de grande competência técnica cujas qualidades morais e éticas não sejam comprováveis já não interessa a uma organização lúcida.

Ser digno de confiança é um pré-requisito fundamental que sobrepõe o desejo por desafios e a capacidade de trabalhar sobre pressão.

Seus diferenciais nobres são aqueles que estão tão associados ao seu ser, e que se tornam difíceis de serem copiados por seus pares: sua personalidade, seu caráter e o seu comportamento estão entre elas. Diferenciais pobres são facilmente copiados. Diferenciais nobres são os verdadeiros diferenciais!
Os cases que você ajudou a escrever e que são anteriores à busca atual por emprego falam mais alto que seu currículo. Mesmo que você esteja saindo da universidade, cases que você tenha construído enquanto graduando ou pós-graduando, testemunhos de professores que tenham respeito por seu potencial, tudo isto conta a seu favor.
Somos uma sociedade relacional, quem conhece você e o que estas pessoas pensam a seu respeito é de enorme importância!

Por isso, não despreze o seu marketing pessoal, estou falando verdadeiramente de marketing pessoal, não de agir como um “marketeiro barato”, destes que pretendem enganar o mundo com uma genialidade que ninguém a não ser sua própria vaidade consegue perceber.

Se você tem valor, o mundo precisa ser informado deste valor, até porque os “indivíduos marketeiros” já citados estarão sempre divulgando um valor que não possuem e roubando oportunidades dos competentes omissos. Por isso, você, que é uma pessoa de valor, deve e merece ser reconhecido e as ferramentas de marketing também existem para trabalhar em favor da verdade e da ética!
Quanto maiores forem as suas condições de manter a mente aberta para transitar com qualidade por ambientes multiculturais e colaborar na elaboração de cases em cada ambiente que você frequenta, maior a sua empregabilidade!


O mundo demanda por profissionais competentes, éticos, determinados e com visão de futuro. Nenhuma competência acima da média será desprezada se não o for primeiro por quem a possui.

 Auto-motivação significa acreditar em seus motivos para agir e, com base nesta certeza, cativar a confiança e as oportunidades que dependem daqueles que têm poder de decisão. 

Sua empregabilidade depende da sua capacidade de gestão da sua própria vida e carreira.
E diferenciais, devem por definição, ser DIFERENTES!

Gere impacto, torne-se merecedor de ser lembrado e desejado pelo mercado. 


            Empregabilidade é uma questão de uma excelente bagagem e um ótimo marketing pessoal.
 Você deve buscar ser tão bom que até seus concorrentes tenham que admitir em silêncio: este cara é demais! Esta garota é impossível!

Carlos Hilsdorf 

domingo, 18 de agosto de 2013

Do que você tem mais medo?


Numa pesquisa para preparar o material que irei apresentar, no dia 28 de agosto, quando da Oficinas de Carreira: preparando-se para o mercado de trabalho, projeto de extensão da FAGEN/UFU, descobri, para meu estranhamento que estatisticamente, a morte não é o maior medo do ser humano. Ao contrário, fica em terceiro lugar na maioria dos estudos já realizados mundo afora.
Desde os anos 1970 várias enquetes tem sido feitas nesse sentido, com os resultados praticamente iguais, dependendo do país ou da região onde é feito o estudo.
Aqui no Brasil, a enquete mais recente foi realizada no final do ano passado pelo programa Globo Repórter, da TV Globo. 
Após a exibição de uma reportagem sobre  medo, foi lançada uma enquete aos telespectadores com a seguinte pergunta: 

“Do que você tem mais medo?” 

Em primerio lugar: 15,30% dos telespectadores responderam, medo de falar em público (glossofobia); 
Em segundo: 13,27% responderam, medo de ficar doente (nosofobia); 
Em terceiro: 12,27% responderam, medo de morrer (anginofobia); 
Em quarto: 10,07% responderam, medo de águas profundas; 
Em quinto: 8,27% responderam, medo da solidão; 
Em sexto: 6,77% responderam, medo de altura (acrofobia); 
Em sétimo: 6,72% responderam, medo de ficar desempregado; 
Em oitavo: 6,09% responderam, medo de contrair dívidas; 
Em nono: 4,12% responderam, medo de sair na rua à noite; 
Em décimo: 3,30% responderam, medo de andar em elevadores e de lugares fechados; 
Em décimo primeiro: 3,26 % responderam, medo de injeção; 
Em décimo segundo: 2,68% responderam, medo de dirigir; 
Em décimo terceiro: 2,67% responderam, medo de andar de avião; 
Em décimo quarto 2,21% responderam, medo de insetos; 
Em décimo quinto 2,18% responderam, medo de escuro; e 
Em décimo sexto 0,93% responderam, medo de cachorro.

Quem tem medo de tudo sofre de pantofobia.

Essa constatação nos leva a uma questão pouco discutida: por que a maioria das pessoas tem medo de falar em público? 

Trata-se de uma sensação fisiológica, perfeitamente normal, que herdamos dos nossos ancestrais. É um mecanismo de defesa que existe para nos proteger de algo que nos poderá fazer mal. Nos primórdios da história da humanidade, quando o homem se defrontava com situação de perigo, fugia temendo que algo ruim pudesse acontecer ou enfrentava o perigo com todas as suas forças.
Com o passar do tempo e a evolução fisiológica do corpo humano, esse mecanismo natural de defesa sofreu um processo de aperfeiçoamento, e o organismo se adaptou a fuga ou enfrentamento mais eficientemente.
Ao sentir medo de um animal perigoso, por exemplo, o organismo humano passou a liberar a adrenalina, um hormônio produzido pelas glândulas supra-renais que, introduzido na corrente sanguínea, aumenta a pressão arterial. Esse processo fez com que os  músculos se preparem para a fuga, em condições de se movimentar mais rapidamente, enquanto a adrenalina era metabolizada.
Atualmente, quando sentimos o medo de falar em público, não fugimos, mas a adrenalina é liberada da mesma forma e não é metabolizada com a mesma eficiência com que seria se os músculos estivessem em movimento rapidamente. Por esse motivo, o excesso de energia provocado pela adrenalina, enseja em um descontrole generalizado no organismo, aparecendo alguns sintomas desagradáveis, como por exemplo, um frio no estômago, uma tremedeira nas pernas, as mãos ficam frias ou começam a suar, a boca fica seca ou com muita saliva, o controle do que vai ser falado é totalmente perdido, um suor intenso por algumas partes do corpo etc.
São tantos os sintomas relatados que poderíamos até escrever um livro. Os problemas não são os sintomas, mas como não tê-los. Como qualquer problema, não se deve acabar apenas com os sintomas; as causas é que devem ser combatidas.
No caso específico do medo de falar em público são três causas: programação mental negativa, não conhecer o assunto e não ter prática em público.
Com relação à primeira causa, basta acreditar mais em seu potencial, focar sempre nas coisas boas que você faz. 
Quanto a não conhecer o assunto, teoricamente é simples, jamais se arrisque a falar em público o que você não conhece profundamente. Já não ter prática em público é mais simples ainda, comece a falar. Mesmo que você sofra muito nas primeiras vezes, se ofereça sempre que houver oportunidade e fale, pois não há como se ficar bom em algo sem praticar. A repetição é que leva a perfeição.
Como sei que falar é fácil, mas colocar em prática, para a maioria de nos mortais, é mais difícil.

sábado, 17 de agosto de 2013

Turma de pós-graduação da Faculdade Católica


Hoje, 17/agosto, encerrei o módulo sobre Marketing de Serviços para duas turmas de pós da Faculdade Católica de Uberlândia. As turmas  de Gestão Empresarial e Marketing e de Gestão de Processos e Logística, .
Na foto, partir da esquerda: Marco Aurélio Barcelos (Paracatu), Neide Mendonça (Patos de Minas), Filipe Nascimento (Patos de Minas), Cintia Borges (Patos de Minas), Arnaldo Neto, Tamires Melo (Futura Veículos), Vinícius Damiane (Agência Don Quixote - Patos de Minas), Marcilene Oliveira, Adriano Mota, Maria Abadia Rodrigues (Futura Veículos), Sério Carvalho (Peixoto), Mariangela Cunha (Araquari), Sérgio Ricardo Gonzaga (BRF), Késia Rodrigues (Goiânia) e eu.
Sentimos falta, na foto abaixo, dos amigos Carlos Cruz, Rafael Vinícius e Laura Silva.
Turma de pós-graduação da Faculdade Católica de Uberlândia

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Oficina de Carreira

Dia 28/agosto, quarta-feira, das 19h 30min às 22h 30min, dentro do Projeto de Extensão da Faculdade de Gestão e Negócios da UFU, participarei da Oficina de Carreira: preparando-se para o mercado de trabalho, discorrendo sobre o tema: Empregabilidade.
A referida oficina será realizada no Campus Santa Mônica, no bloco 5 O, auditório G.
Inscreva-se já. Vagas limitadas.
Envie e-mail para: oficinas.de.carreira@hotmail.com
Informando: nome completo, CPF e telefone.
Confira abaixo toda a programação:

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